Como driblar o consumismo infantil? – Jornal Estado de Minas

Como driblar o consumismo infantil? – Jornal Estado de Minas



O consumismo infantil é uma preocupação crescente, especialmente porque as crianças estão cada vez mais expostas à publicidade e às influências digitais que as incentivam a comprar. O YouTube Kids, por exemplo, promove marcas e produtos, o que acaba estimulando o desejo de novas compras.

Em geral, quando expostas às telas, as crianças têm acesso a conteúdos voltados para compras excessivas, o que pode até gerar problemas emocionais, como baixa autoestima e comportamentos comparativos, principalmente entre os adolescentes, que medem seu valor pessoal com base nos produtos. de status, como celulares e roupas de marca.

Segundo o especialista, o comportamento de consumo das crianças é fortemente influenciado pelos pais e pela forma como as crianças são expostas ao consumo no seu dia a dia. “Os pequenos observam e aprendem com o exemplo dos adultos. Se os responsáveis ​​utilizarem as compras como forma de lazer, esta será a referência que o pequeno terá”, explica. “Além disso, muitas vezes os pais, sem saber lidar com as frustrações e emoções dos filhos, acabam oferecendo presentes para acalmá-los, o que reforça comportamentos consumistas e impulsivos.”

Confira abaixo cinco dicas de especialistas para prevenir o consumismo na infância:

Seja um bom exemplo

“O comportamento dos pais é a principal referência para os filhos”, explica Filipe. Se o lazer da família girar em torno das compras, a criança aprenderá que isso é uma forma de diversão. Para combater isso, é importante diversificar as atividades familiares, com programas ao ar livre, atividades físicas e contato com a natureza, por exemplo, além de evitar que o consumo se torne a principal fonte de entretenimento.

Estabeleça limites claros

A psicóloga destaca a importância de estabelecer regras para presentes e compras. “Os direitos vêm com os deveres. As crianças precisam entender que há momentos apropriados para ganhar recompensas e que nem tudo pode ser comprado a qualquer momento”, sugere. Isso ajuda, inclusive, a desenvolver a paciência e o autocontrole, habilidades essenciais para lidar com as frustrações.

Controle o uso de telas

O especialista destaca que a exposição excessiva às telas influencia diretamente no comportamento do consumidor. “Crianças que passam muito tempo assistindo propagandas e influenciadores que divulgam produtos acabam associando o ato de comprar à felicidade e ao sucesso”, alerta. O ideal é limitar o tempo de tela e monitorar o conteúdo que acessam, o que pode ser feito por meio de aplicativos gratuitos.

Educar sobre o consumo consciente

Desde cedo as crianças devem aprender sobre o valor do dinheiro e a importância de consumir de forma consciente. “Os pais podem utilizar sistemas de recompensa, como pontos ou pequenos subsídios, para ensinar os filhos a alcançar coisas através do seu esforço, ajudando a desenvolver uma relação saudável com o consumo”, explica Filipe.

Preste atenção aos sinais

É fundamental que os pais mantenham um relacionamento afetivo próximo com os filhos, observando mudanças comportamentais. “Se a criança apresenta reações agressivas ou impulsivas ao receber um ‘não’ nas compras, ou se passa a fazer comparações constantes com os amigos sobre o que tem ou não tem, é importante ficar atento”, orienta a psicóloga. Um diálogo aberto, sem julgamento ou punição, é crucial para compreender o que motiva estes comportamentos.

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