Câncer é um dos principais empecilhos para aumentar longevidade mundial – Jornal Estado de Minas

Câncer é um dos principais empecilhos para aumentar longevidade mundial – Jornal Estado de Minas


Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), o Brasil deverá registrar 704 mil novos casos de câncer por ano até 2025. No mundo, a doença atingiu mais de 20 milhões de pessoas só em 2022, segundo relatório da Agência Internacional de Pesquisa sobre Câncer. Câncer (IARC). A publicação também afirma que cerca de uma em cada cinco pessoas desenvolve câncer durante a vida. Minas Gerais é o segundo estado do Brasil com mais diagnósticos de neoplasias. Segundo o INCA, entre 2023 e 2025, o estado deverá registrar 78,1 mil novos casos, o que corresponde a mais de 234 mil ocorrências até 2025.

O cirurgião oncológico Fabrício Colacino explica que debater esta doença significa compreender que ela continua a crescer exponencialmente e “todas as famílias do mundo serão afetadas por pelo menos um diagnóstico de cancro”, independentemente das classes sociais, éticas e económicas.

A Organização Pan-Americana da Saúde alerta que entre 30% e 50% dos cânceres podem ser prevenidos. “Por esses motivos, a conscientização vem justamente para mostrar que a detecção precoce e os tratamentos oncológicos fazem toda a diferença”, destaca o médico.

Sobre a atuação do oncologista, Fabrício lembra a parceria indispensável com toda a equipe responsável por garantir o sucesso do tratamento de cada paciente. Enfermeiros, técnicos, farmacêuticos, recepcionistas, psicólogos e fisioterapeutas são peças fundamentais para um atendimento completo e personalizado. Ele reitera que o oncologista, assim como toda a equipe, deve passar muita confiança no paciente para oferecer suporte e entender qual processo terapêutico é ideal para aquele indivíduo.

O tratamento oncológico é, na maioria das vezes, multimodal, ou seja, envolve diferentes abordagens terapêuticas combinadas. Em cerca de 90% dos casos, utilizamos as três modalidades principais: clínica, com uso de medicamentos como quimioterapia e imunoterapia; cirúrgico, que pode incluir desde pequenos procedimentos, como biópsias ou instalação de dispositivos como porto-a-cathaté mesmo grandes cirurgias; e a radioterapia, muitas vezes integrada ao protocolo”, detalha o cirurgião oncológico.

Para escolher o tratamento ideal, a equipe oncológica analisa fatores intrínsecos ao tipo e estágio da doença, além, é claro, das individualidades de cada paciente. O oncologista clínico desempenha um papel central neste processo, desenvolvendo o plano de tratamento que articula as modalidades de forma personalizada e eficaz para cada paciente. “Nem chamamos isso de personalização. Na verdade, entendemos que cada paciente é o amor de alguém. O importante é estarmos atentos às características de cada pessoa e às condições que ela tem em casa, onde é feito grande parte do tratamento. No caso dos idosos, por exemplo, vemos se há alguém que possa orientá-los e ajudá-los com os medicamentos”, acrescenta Fabrício.

No contexto da personalização do tratamento clínico, uma ferramenta importante para a adesão medicamentosa e o bem-estar dos pacientes oncológicos é a utilização de soluções adaptadas e personalizadas. Ou seja, o uso de medicamentos e suplementos desenvolvidos exclusivamente para o câncer pode ser um grande aliado na redução dos principais efeitos colaterais na recuperação do organismo. Para o farmacêutico e coordenador do Centro de Pesquisa e Inovação do Grupo Farmácia Artesanal, Mario Abatemarco, há muitas opções para inovar as prescrições e tornar os tratamentos mais confortáveis.

A título de exemplo, a Farmácia Artesanal está a desenvolver material científico exclusivo para apoiar os médicos no tratamento do cancro, reunindo diversas sugestões de fórmulas para aliviar os principais sintomas decorrentes da terapia oncológica. “Este material abordará soluções para aliviar náuseas, tratar a mucosite, fortalecer a imunidade e melhorar a qualidade do sono dos pacientes, proporcionando aos médicos um conjunto de sugestões de fórmulas para otimizar o cuidado e o bem-estar dos pacientes em tratamento oncológico”, afirma. Abatemarco.

Pessoas que fazem radioterapia podem ter desconfortos, como irritações na pele ou inflamações na boca. Pensando além dos medicamentos convencionais, a manipulação farmacêutica oferece alternativas que ajudam a lidar com esses efeitos. Cremes específicos para tratar pele lesionada e enxaguantes bucais com cúrcuma, por exemplo, são soluções que aliviam a mucosite e trazem mais conforto durante o tratamento do câncer. Outro ponto relevante é a crescente procura por produtos que utilizem ingredientes naturais ou fitoterápicos, integrando alternativas complementares ao tratamento tradicional.

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Nesta linha, a farmacêutica destaca ainda a importância de sensibilizar para os suplementos que podem ser contraindicados para pacientes que lutam contra o cancro. Mário explica que a avaliação individual do médico é muito importante para a aprovação, ou não, do uso de determinados suplementos, como a ‘glutamina’, muito utilizada por homens praticantes de atividade física. “Cada caso é um caso e os efeitos costumam variar de acordo com o estágio da doença. Mas a glutamina, por exemplo, pode ser usada como fonte de energia pelas células tumorais. Tumores de crescimento rápido, especialmente aqueles com elevadas exigências metabólicas, podem utilizar a glutamina como fonte de energia para sustentar o seu desenvolvimento. Por esse motivo, o uso de glutamina é contraindicado para pacientes com esse perfil tumoral.”, acrescenta Abatemarco.



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