STF julga pedido de Bolsonaro para tirar caso de golpe a partir desta sexta

STF julga pedido de Bolsonaro para tirar caso de golpe a partir desta sexta



FOLHAPRESS – O Supremo Tribunal Federal (STF) começa a julgar nesta sexta-feira (12/6) o pedido do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para afastar o ministro Alexandre de Moraes da reportagem sobre casos que tratam da tentativa de golpe de Estado de 2022 e da antidemocracia atos de 8 de janeiro de 2023.

Em fevereiro, o presidente do tribunal, ministro Luís Roberto Barroso, já havia negado o pedido, que agora segue para o plenário virtual. A sessão fica aberta até a próxima sexta-feira (13/12) – nesse ambiente, não há interação entre os ministros, que votam em sistema eletrônico.

Além do pedido de Bolsonaro, outros 191 pedidos de réus em processos relacionados foram negados pelo presidente do STF. Todos seguiram a mesma linha de argumentação, segundo a qual a imparcialidade do juiz fica comprometida por ele também ser apontado como alvo da trama golpista.

A expectativa em relação à análise do pedido pela diretoria é que ele seja novamente rejeitado.

Não há espaço no tribunal para discutir suspeita ou impedimento do ministro em processos em que, além de juiz, ele também é parte. Moraes conta com o apoio de seus pares para definir o andamento dos supostos processos de seu relatório.

Embora ele tenha sido, segundo as investigações, um dos principais alvos, o assunto é delicado para todos os ministros. A permanência do relator, porém, é vista como uma defesa do próprio tribunal.

Os advogados do ex-presidente ajuizaram uma ação chamada argumento de impeachment, utilizada para afastar o magistrado que dirigiria o processo, com base nas causas de suspeição e impedimento.

Ao rejeitar a tentativa da defesa de alterar o relatório do caso, no dia 20 de fevereiro, Barroso afirmou que os fatos narrados não caracterizam, nem um pouco, as situações jurídicas que impossibilitariam a atuação do ministro Alexandre de Moraes.

STF

Segundo o presidente, o STF tem entendimento consolidado quanto à necessidade de demonstrar, de forma objetiva e específica, que a situação se enquadra nas regras de impedimento e suspeição previstas no CPP (Código de Processo Penal).

“Alegações genéricas e subjetivas, desprovidas de fundamento jurídico, não são suficientes”, disse Barroso.

A defesa ajuizou a ação no dia 14 de fevereiro, dias depois de a Polícia Federal cumprir mandado de busca e apreensão na casa de Bolsonaro em Angra dos Reis, litoral do Rio de Janeiro.

“Tanto o conteúdo da representação como a decisão revelam, sem dúvida, uma narrativa que coloca o ministro relator no papel de vítima central das supostas ações que foram objeto da investigação, destacando diversos planos de ação que o visavam diretamente”, afirmam o advogados.

A petição afirma que, ao longo das 135 páginas da decisão, há mais de 20 menções a Moraes, além de episódios que expõem a vulnerabilidade do magistrado em decorrência do monitoramento e do plano traçado pelos investigados, “delineando um contexto que deixa evidente e questiona fortemente a sua imparcialidade objetiva e subjetiva na decisão desses casos, dada a sua posição de vítima”.

Os documentos mais recentes incluídos no processo reforçam a posição de alvo que os envolvidos na trama golpista de 2022 atribuíram ao magistrado.

Operação

No dia 19 de novembro, a PF deflagrou uma operação contra quatro militares e um policial federal suspeitos de elaborarem um plano para matar o então presidente eleito, Lula (PT), seu vice, Geraldo Alckmin (PSB), e o ministro.

No caso de Moraes, a representação policial enviada ao STF afirma que os suspeitos, além de citarem envenenamento, consideraram “o uso de artefato explosivo”.

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O ministro foi o protagonista de sua decisão que autorizou a operação da PF que prendeu os suspeitos de planejar as mortes. Houve 44 citações a si mesmo no documento. O relatório final da investigação menciona o ministro 206 vezes.

Nos autos, a PGR (Procuradoria-Geral da República) concordou com o entendimento de Barroso em comunicado divulgado no dia 11 de março. Ele argumentou que a ação não tem vítima individual, pois o ataque seria a instituições, como o Judiciário, e o sistema eleitoral, desacreditando-o



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