Sindicato critica mudanças feitas pelo Ministério da Saúde na gestão de hospitais federais no Rio – Notícias

Sindicato critica mudanças feitas pelo Ministério da Saúde na gestão de hospitais federais no Rio – Notícias


19/11/2024 – 13h27

Vinicius Loures/Câmara dos Deputados

Christiane Neves exigiu responsabilização da ministra Nísia Trindade

Sindicalistas e outros participantes criticaram, durante audiência pública na Câmara dos Deputados nesta terça-feira (19), as iniciativas adotadas este ano pelo Ministério da Saúde para a gestão dos hospitais federais do Rio de Janeiro.

O debate foi realizado por Comissão de Legislação Participativa da Câmara, que apoiou sugestão apresentada pelo Sindicato dos Trabalhadores Federais da Previdência e da Previdência Social do Estado do Rio de Janeiro (Sindsprev-RJ).

A diretora sindical, Christiane Gerardo Neves, disse que o ministério busca “fatiar” a rede hospitalar do Rio, dividindo a administração das unidades em blocos, em detrimento dos trabalhadores, dos serviços de saúde e da população.

“A ministra da Saúde, Nísia Trindade, precisa ser chamada à responsabilidade de respeitar o Sistema Único de Saúde e a participação popular prevista na Constituição e em todas as leis orgânicas do SUS”, defendeu Christiane Neves.

Durante a reunião, os presidentes do Conselho Estadual de Saúde do Rio de Janeiro, Leonardo Legora, e do Conselho Municipal, Osvaldo Mendes, também criticaram as mudanças implementadas pela secretaria.

O presidente da Comissão de Legislação Participativa, deputado Glauber Braga (Psol-RJ), disse ao final do debate que enviará um documento ao Ministério da Saúde em apoio aos convidados, cobrando explicações sobre a rede hospitalar do Rio.

Estágio atual
Existem seis hospitais federais no Rio de Janeiro (Andaraí, Bonsucesso, Cardoso Fontes, Ipanema, Lagoa e Servidores do Estado). A Diretoria de Gestão Hospitalar do Estado do Rio de Janeiro (DGH) é responsável pelas unidades.

Em julho, o Ministério da Saúde lançou o Plano de Reestruturação dos Hospitais Federais do Rio de Janeiro. A iniciativa prevê movimentação voluntária de pessoal e contratação de funcionários, reabertura de leitos e ampliação de serviços.

Vinicius Loures/Câmara dos Deputados

Glauber Braga: comissão pedirá esclarecimentos ao Ministério da Saúde

O hospital de Bonsucesso foi adquirido pelo Grupo Hospitalar Conceição (GHC), empresa pública do ministério. Em breve, os Servidores Estaduais serão unificados com o Hospital Universitário Gaffrée e Guinle, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Além disso, uma portaria do ministério já transferiu o hospital Andaraí para a Prefeitura do Rio, que também poderá assumir os hospitais Cardoso Fontes e Ipanema. Por fim, a unidade de Lagoa seria destinada à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Funcionários dos seis hospitais, em greve desde maio, criticam todas as mudanças e rejeitam o “fatiamento” da rede federal no Rio. Também apresentaram reivindicações salariais e pediram reajustes nas diferentes carreiras da saúde.

Ausências
A ministra Nísia Trindade e a diretora da DGH, Teresa Navarro Vanucci, foram convidadas, mas não compareceram ao debate desta terça-feira. Em carta, a ministra lembrou à comissão que já havia falado sobre esse e outros temas na Câmara na semana passada.

“Vamos recuperar os hospitais federais do Rio de Janeiro, não só para que sejam centros de excelência, mas para que estejam 100% integrados ao Sistema Único de Saúde”, disse na ocasião Nísia Trindade. “Hoje, 25% dos leitos estão fechados.”

Relatório – Ralph Machado
Montagem – Marcelo Oliveira



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