Mobilidade urbana, violência, saúde e medo de inundações. Esses são os principais problemas apontados pela população da capital de Minas Gerais em uma pesquisa realizada em janeiro. No entanto, a agenda muitas vezes inconstitucional, que move grande parte do Conselho da Cidade de Belo Horizonte (CMBH), especialmente o banco direito, é o dos costumes. Algumas proposições da lei, cujo objetivo é regular o comportamento das pessoas, esbarrar no cartão Magna ou não são de responsabilidade do vereador de legislar sobre o assunto.
É o caso, por exemplo, do projeto de lei apresentado pelo vereador Vile Santos (PL), que proíbe a exibição de canções do gênero Funk nas escolas municipais da cidade. A jurisdição para legislar diretrizes educacionais é exclusiva da União. No Legislativo passado, um projeto que proíbe a linguagem neutra nas escolas foi declarado inconstitucional pela Suprema Corte (STF) porque não é da autoridade do município para definir o que deve ou não ser ensinado em instituições educacionais, além de prejudicar o princípio da liberdade de expressão.
Vile também é o autor do projeto que proíbe a realização e o custo de tratamentos e cirurgias hormonais relacionadas à transição de gênero para crianças menores de 18 anos, também a competência da União e não do Conselho da Cidade. A regulamentação do Conselho Federal de Medicina já proíbe a cirurgia de reatribuição sexual para menores. Para ele, todos esses assuntos podem ser discutidos pela Câmara, juntamente com a comunidade e qualquer mudança ou adequação da jurisdição será feita pela Legislação e Comissão de Justiça (CLJ), comandada por Uner Augusto (PL), que já apresentou, Nesta legislatura, quatro projetos com agenda exclusiva sobre costumes e comportamento.
Batizado pela UNER de “Pro-Life Pacotão”, todas as propostas têm como aborto do tema, lutado pelo parlamentar que se define como um “católico conservador”. As proposições determinam que os pôsteres são publicados em unidades de saúde com detalhes sobre como os procedimentos de interrupção da gravidez e as informações de doação de bebês são realizadas.
Também parte deste pacote é o projeto que estabelece o “Dia Municipal dos Métodos Naturais” para promover “procedimentos de regulação natural da fertilidade” com base na observação do corpo feminino. E, no entanto, a proposta que determina que os hospitais de maternidade informam aos pais a possibilidade de emitir certidão de óbito aos fetos.
Alderman do Partido Liberal também, Pablo Almeida quer proibir a presença de crianças em paradas culturais, carnavais ou em LGBTQIA+. Uma proposta semelhante aprovada pelo Conselho da Cidade de Betim, na região metropolitana de Belo Horizonte, no Legislativo passado é contestado em tribunal pelo Escritório de Minas Gerais do Defensor Público também pelo Serviço de Promotoria Pública, com base na inconstitucionalidade.
O sargento do vereador Jalyson (PL) já quer, por Bill, Fine, que é pego usando drogas nas ruas, objeto de competência exclusiva da Câmara dos Deputados.
PRESIDÊNCIA
O presidente da CMBH, Juliano Lopes (Somos), disse que a decisão sobre a constitucionalidade ou não dos projetos será do CLJ e não da presidência, como na gerência anterior. Segundo ele, o CLJ tem cinco membros, “todos competentes para julgar se o projeto é inconstitucional ou não”. Na administração do ex -presidente da CMBH, Gabriel Azevedo (MDB), que não exibiu um presidente de conselheiro, 341 projetos apresentados pelos parlamentares foram removidos da agenda para inconstitucionalidade.
Por meio de uma nota, o UNER disse que o CLJ será conduzido à medida que o regimento da câmara prevê. “Essa é, de maneira técnica e objetiva, e é organizada na análise da constitucionalidade, legalidade e regulação dos projetos. Não entraremos na discussão dos méritos dos projetos, pois isso depende das outras comissões da casa ”, afirmou.
Mas, segundo ele, “ao mesmo tempo, deve -se levar em consideração que é um órgão colegiado, com diversidade de opiniões, e que não é para a presidência formatar o entendimento dos membros da Comissão”. “Os conselheiros são livres para emitir opiniões e votar de forma independente”, concluiu.
O advogado Lucas Nasser, um dos responsáveis pela ação do PSOL que impediu a lei da língua neutra, disse que o partido seguirá todos os projetos inconstitucionais aprovados pelo Conselho da Cidade. Para ele, essas propostas consomem tempo e dinheiro dos conselheiros, que deveriam estar negligenciando questões importantes que afetam a vida da população.
“E não perdendo tempo com propostas que servem apenas para selar em redes sociais”. O partido já anunciou uma ação contra o PL apresentado no último Legislativo e votado na primeira rodada em 4 de janeiro, que proíbe a participação de pessoas trans em competições esportivas que não seguem seu sexo biológico.
Livro
O representante do estado Bruno Engler (PL) e o conselheiro de Belo Horizonte Vile Santos (PL) desejam remover livros didáticos distribuídos na rede escolar estadual sobre a alegação de “doutrinação ideológica”. O material é produzido pela FTD Publisher e está sendo usado pelos estudantes do College Militar de Tiradente, em BH. O motivo do pedido são trechos do livro que afirmam que a ex-presidente Dilma Rousseff foi impeachment devido à falta de apoio do Congresso Nacional, que o presidente Lula foi condenado por a Operação Lava-Jato sem prova e que o ex-presidente Jair Bolsonaro defendeu durante O uso pandêmico de medicamentos sem eficácia comprovado e adotado em suas medidas do governo que favoreceu o setor de negócios. Engler e Vile enviaram uma carta ao governador Romeu Zema solicitando a retirada imediata do livro e a revisão de todo o conteúdo para “garantir que o material pedagógico adotado nas instituições educacionais esteja de acordo com os princípios educacionais éticos e morais que orientam o treinamento dos alunos Mineiros ”. A FTD, por meio de uma nota, disse que seus livros “são desenvolvidos e atualizados com consonância total e irrestrita à legislação educacional brasileira”.
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