Há certo consenso entre os juristas de que uma das principais revelações sobre as reuniões em que JairBolsonaro teria discutido com os comandantes do Forças armadas atas golpistas e decretos que lhe permitiriam, mesmo derrotado nas eleições, permanecer no poder.
Considerado peça fundamental para evitar que a tentativa de golpe de Estado planejada por apoiadores de Bolsonaro avance, o então comandante do Exército Marco Antonio Freire Gomes ele teria ameaçado o presidente com prisão se ele insistisse em planos de ruptura institucional.
Embora o Código de Processo Penal estabeleça que “qualquer cidadão pode e as autoridades policiais e seus agentes devem prender qualquer pessoa encontrada em flagrante delito”, o que, em tese, permitiria a Freire Gomes realizar a prisão em No ato, a Constituição estabelece que “até que seja proferida condenação, nas infrações comuns, o Presidente da República não poderá ser preso”.
Segundo esse entendimento, mesmo com a possível possibilidade de prisão para, por exemplo, proteger o Estado brasileiro da trama golpista, a medida não poderia ter validade prática porque naquela época Bolsonaro ainda era presidente.
“Até o momento, nenhum tribunal que avaliou a conduta de Bolsonaro se moveu para decretar a prisão preventiva, o que torna muito distante a expectativa de que o comandante do Exército teria efetivamente arriscado prender um agente que era Presidente da República em flagrante”, disse, com reserva, membro do Ministério Público Militar.
Em depoimento à Polícia Federal, o brigadeiro Carlos Baptista Jr, ex-comandante da Aeronáutica, revelou uma suposta ameaça do chefe do Exército de ordenar a prisão de Bolsonaro. A versão de Freire Gomes à polícia foi menos incisiva. Disse apenas que alertou para a possibilidade de “responsabilidade criminal” do ex-presidente, ou seja, que ele poderá ser punido pela Justiça por participar da conspiração para se perpetuar no poder. Bolsonaro e outras 36 pessoas foram indiciadas pelos crimes de golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático e organização criminosa.
Houve prevaricação?
À medida que as investigações avançavam, a Polícia Federal chegou a levantar a hipótese de que o general Freire Gomes teria “desaparecido” deliberadamente ao não denunciar as discussões antidemocráticas que estavam em curso. Diante da possibilidade de serem acusados de prevaricação, tanto Freire Gomes quanto Baptista Jr têm uma justificativa pronta: sabiam das discussões golpistas, é fato, mas teriam decidido “ganhar tempo” com Bolsonaro para permanecer no cargo e impedir que um sucessor tome posse. % alinhados com o comandante-chefe cumpriram as ordens do golpe e arruinaram tudo.
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