Desde o início do governo, o Ministro das Finanças, Fernando Haddadenfrenta resistência do presidente Lulao chefe da Casa Civil, Rui Costa, e setores da PT suas idéias de corte de custos. A oposição interna defende a tese de que os gastos públicos deveriam ser motores do crescimento econômico e diz que o programa eleito nas urnas não falava em ajustes, mas em fortalecimento de investimentos e ações sociais.
A pressão sobre Haddad é pública e notória e reduziu o alcance do novo pacote fiscal. Algumas iniciativas estudadas pela equipa económica, como as alterações aos pisos orçamentais das áreas da saúde e da educação, foram vetadas pelo presidente, que aprovou, no entanto, um teto para a política de aumento do salário mínimo, algo impensável até há pouco tempo.
Como sempre aconteceu, Haddad avança por etapas, aos poucos, limitado pela palavra final de Lula. Em destaque, o presidente defende a cartilha pró-gastos e demoniza o mercado, enquanto o ministro faz o que pode para tentar conter o crescimento das despesas obrigatórias.
Esse roteiro deixa claro quem manda e destaca até onde vai a influência do ministro, mas também é útil para ele, porque reforça a imagem — que o próprio Lula quer passar — de que Haddad é mais moderado, conciliador e comprometido com o equilíbrio as contas. público do que os petistas em geral.
Rejeição
O próprio mercado faz essa distinção entre presidente e ministro, como ficou claro na pesquisa Genial/Quaest divulgada na última quarta-feira, 4, na esteira das reclamações dos investidores sobre o pacote fiscal anunciado pelo governo. Na pesquisa feita com gestores de fundos de investimento sediados no Rio e em São Paulo, tanto Lula quanto Haddad perderam prestígio, mas a queda foi muito maior no caso do presidente.
A avaliação negativa do governo Lula saltou de 64% em março para 90%, enquanto a avaliação positiva caiu de 6% para 3%. No caso de Haddad, a avaliação positiva caiu de 50% para 41% no mesmo período, mas mesmo assim continuou à frente da negativa, que passou de 12% para 24%. Outro indicador revela que o prestígio do chefe da equipa económica não está tão prejudicado como o do presidente.
Do total de entrevistados, 82% responderam que Haddad deveria ser o candidato de esquerda à presidência caso Lula não concorresse. O segundo mais citado, o vice Geraldo Alckmin, foi citado por apenas 10%.
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