Lula e Fernando Haddad: parceria, prestígio e histórico de enquadradas

Lula e Fernando Haddad: parceria, prestígio e histórico de enquadradas



O presidente Lula ter apreço pessoal por Fernando Haddad. Foi pelas mãos de Lula que Haddad se tornou ministro da Educação, prefeito de São Paulo, candidato derrotado Presidência da República e agora Ministro das Finanças. Os dois mantêm uma relação de confiança e parceria, em que o chefe sempre faz questão de reforçar a relação hierárquica. Há espaço para debate de ideias e medidas entre eles, mas Lula está sempre no comando e tem a última palavra.

Em 2018, por exemplo, quando foi preso por Operação Lava Jato, Lula escolheu Haddad para enfrentar Jair Bolsonaro na disputa pelo Palácio do Planalto. Candidato ungido, o ministro pediu autorização para deixar de lado a cor vermelha do PT na campanha e anunciar alguns nomes de seu eventual futuro governo como forma de acenar ao centro. O plano era superar a rejeição do partido, que na época estava no auge. Preso, Lula não aceitou. O resto é história.

Sabotagem interna

Em seu terceiro mandato, Lula frequentemente prejudicou os esforços de Haddad. O presidente foi decisivo, por exemplo, ao enterrar a medida provisória que restringia o uso do PIS/Cofins, idealizada pelo ministro para compensar a manutenção do redução de imposto sobre folha de pagamento de pagamento. Parece um caso pontual, mas não é.

Desde o início do governo, o presidente sabotou os esforços de Haddad para tentar equilibrar as contas públicas. Após a anulação da MP do PIS/Cofins, Lula chegou a se reunir com membros da equipe econômica para homenageá-los e transmitir a ideia de que sua gestão – apesar de acreditar no mantra “gasto é vida” – trabalharia para cortar despesas. Esta falsa impressão não durou muito.

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Na última quarta-feira, 26, em entrevista ao portal UOL, o presidente colocou em dúvida a necessidade de corte de gastos, apesar das contas do governo central terem acumulado um déficit de 61 bilhões de reais em maio, o segundo pior resultado para o país. mês desde o início da série histórica, em 1997. “O problema não é que temos que cortar. O problema é saber se é preciso cortar ou aumentar efetivamente a receita”, declarou o presidente.

Mudando as expectativas

No primeiro ano de governo, Haddad conseguiu reverter o pessimismo em relação à responsabilidade fiscal do governo petista, aprovar projetos estruturantes no Congresso e entregar um crescimento econômico três vezes maior do que o projetado pelo mercado. Agora, porém, as expectativas voltaram a piorar, causando, entre outros danos, o aumento do custo dos empréstimos ao setor produtivo. Além dos fatores externos, os discursos de Lula contribuíram para esta situação.

Disciplinado, Haddad tem plena consciência de que o presidente atrapalha a política econômica ao fazer discursos de palanque, mas jamais o criticará publicamente. O ministro até admite uma certa solidão no exercício da sua função, mas não vai além disso. Afinal, ele comanda quem pode e obedece quem tem bom senso.



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