Lira defende legalidade na destinação de emendas de comissão ao orçamento de 2024 – Notícias

Lira defende legalidade na destinação de emendas de comissão ao orçamento de 2024 – Notícias


27/12/2024 – 13h05

Bruno Spada/Câmara dos Deputados

Arthur Lira, presidente da Câmara dos Deputados

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), reforçou a legalidade das alterações orçamentárias da comissão indicadas para 2024. As alterações foram suspensas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino.

Em declarações à imprensa na noite desta quinta-feira (26), o presidente da Câmara enfatizou que a distribuição das emendas obedeceu a decisões anteriores do STF e à recente lei aprovada sobre o tema (LC210/24), além de cumprir “um rigoroso critério de análise” de órgãos governamentais, como a Casa Civil e os ministérios da Fazenda, do Planejamento e da Advocacia-Geral da União (AGU).

“Portanto, esperamos que com o fim das férias de Natal, os ministros que estão de regresso possam esclarecer com todos vocês os procedimentos, como foram realizados, como foram tratados, em consequência daquela reunião que ocorreu em um Segunda-feira, com o presidente Lula, quando teve que fazer os exames, se submeter, naquela reunião com o presidente da Câmara, presidente do Senado, líderes partidários, ministros, ficou acertado todo o procedimento para a liberação do orçamento de 2024”, explicou Lira.

No dia 23 de dezembro, o ministro Flávio Dino determinou a suspensão do pagamento de 5.449 emendas de comissão, no valor de R$ 4,2 bilhões. O ministro condicionou a liberação dos recursos ao cumprimento de uma série de condições. Para a Câmara, a principal exigência é a publicação das atas das reuniões da comissão em que foi decidida a distribuição das emendas.

Dino defende que conhecer o parlamentar solicitante das alterações é um dos requisitos constitucionais para garantir transparência e rastreabilidade na aplicação dos recursos públicos.

Indicações
A decisão de Flávio Dino ocorreu em resposta a uma ação dos partidos Psol e Novo e da Associação Contas Abertas, Transparência Brasil e Transparência Internacional-Brasil. Os partidos e entidades questionam ofício enviado pela presidência da Câmara e outros 17 dirigentes partidários ao Executivo, no dia 12 de dezembro, indicando as 5.449 alterações da comissão. Na ação, os partidos e ONGs alegam que as indicações foram feitas sem a aprovação das comissões, que tiveram suas reuniões suspensas entre os dias 12 e 20 de dezembro. Argumentam também que as nomeações originalmente feitas pelos presidentes das comissões foram suprimidas.

Arthur Lira afirmou que a suspensão das atividades das comissões é uma prática comum sempre que a Câmara precisa votar projetos importantes.

“Queria lembrar que todas as votações importantes que aconteceram nos últimos anos na Câmara dos Deputados, como a PEC da reforma tributária, a lei complementar da reforma tributária, a volta da reforma tributária e, por fim, , a votação dos cortes de gastos importava sempre a decisão da presidência de suspender todas as comissões e todas as audiências públicas para que o plenário, de segunda a sexta, pudesse debater os principais temas. E aí finalmente fica a pergunta: ‘o que foi mais importante nesta última semana foi tratarmos das emendas parlamentares ou tratarmos das matérias que deram e deram segurança jurídica para que os cortes de gastos pudessem ser aprovados pela Câmara dos Deputados e, consequentemente, pelo Senado Federal?’”, argumentou Lira.

Flávio Dino também determinou a abertura de inquérito pela Polícia Federal sobre as alterações da comissão em 2024.

Relatório – Maria Neves
Montagem – Roberto Seabra



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