Gonet contesta Toffoli e quer manter ação contra Alckmin

Gonet contesta Toffoli e quer manter ação contra Alckmin



Ao analisar o centenas de páginas de reportagem da Polícia Federal sobre as maquinações golpistas no governo Jair Bolsonaroo procurador-geral da República, Paulo Gonet, defende em outra frente uma medida contrária a uma figura central do governo Lula: o vice-presidente, Geraldo Alckmin.

Gonet contestou no STF a decisão do ministro Dias Toffoli de ajuizar ação de improbidade administrativa contra Alckmin e outros cinco réus que tramitava na 13ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo. Toffoli ordenou o arquivamento do caso no dia 18 de outubro.

O titular da PGR quer que a decisão seja revertida e que a ação continue. A Segunda Turma do STF começou a julgar o recurso nesta sexta-feira, 6, em ambiente virtual. Primeiro a apresentar seu voto, Toffoli manteve sua posição. Os ministros Gilmar MendesAndré Mendonça, Edson Fachin e Nunes Marques também analisarão os argumentos.

A ação movida pelo ministro trata de recursos da Odebrecht que teriam sido repassados ​​via caixa dois para a campanha de Geraldo Alckmin ao governo de São Paulo em 2014, pelo PSDB. Segundo o Ministério Público, o tesoureiro da campanha, Marcos Monteiro, recebeu da construtora R$ 8,3 milhões destinados aos cofres de Alckmin, sem registro oficial de doação.

A decisão de Toffoli de arquivar o processo contra Monteiro, Alckmin e os demais réus foi tomada em pedido feito ao Supremo pela defesa do ex-tesoureiro. Meses antes de ajuizar o processo, o ministro havia ordenado que as provas derivadas do acordo de leniência da Odebrecht fossem retiradas da ação de improbidade. Ele determinou que a Justiça de São Paulo informasse se o caso poderia prosseguir sem esse material.

Em seguida, a juíza Luíza Barros Rozas Verotti, responsável pela ação na Justiça de São Paulo, afirmou que havia provas “imunes à contaminação” e decidiu dar continuidade ao processo. Entre os elementos citados por ela estão folhas de pagamento e declarações de delatores.

Toffoli, porém, viu “presença de ilegalidade de patente” no caso. Para ele, as provas citadas pelo juiz Verotti também são inválidas e a ação deve ser arquivada.

Ao contestar a decisão de Dias Toffoli, Paulo Gonet argumentou que o ministro nem deveria ter sido o relator do pedido de Marcos Monteiro. O procurador-geral da República destacou que esse cargo caberia ao ministro Edson Fachin, por ter sido relator de outros casos relacionados a essa ação de improbidade.

Gonet disse ainda que não houve “flagrante ilegalidade ou teratologia” na decisão do juiz que motivou a decisão ex officio de Toffoli de arquivar a ação. Para ele, o juiz “apresenta fundamentos idóneos e capazes de justificar a continuação do processo cível naquela conjuntura, dada a necessidade de salvaguarda da probidade administrativa”.

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Ainda segundo o titular da PGR, não é possível neste momento concluir pela nulidade das provas mantidas na ação de improbidade.

“Manter o arquivamento da ação, de forma incipiente e por instância diversa, antes da conclusão da instrução processual e sem a devida avaliação das demais provas existentes, unicamente com base em decisão que determinou a inutilidade de parte da prova , representaria uma inegável antecipação de julgamento de mérito e interferência na livre apreciação das provas”, afirmou Paulo Gonet.



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