O deputado federal Duda Salabert (PDT-MG) ajuizou ação contra o aumento nas tarifas de ônibus em Belo Horizonteneste sábado (28/12). Segundo o parlamentar, o novo aumento tarifário não é justificável, uma vez que a Prefeitura da capital já transferiu cerca de R$ 1 bilhão para as empresas que operam o modal como subsídio.
“O serviço não melhorou e a tarifa aumentou sem justificativa. Nos últimos sete anos, as passagens subiram mais de 55% e, com o aumento anunciado, BH terá a 4ª passagem mais cara do Brasil. Absurdo!” Salabert escreveu em suas redes sociais.
O aumento da tarifa foi anunciado pela Prefeitura nesta sexta-feira (27/12), e entrará em vigor a partir da próxima quarta-feira, 1º de janeiro de 2025. Com a decisão, o preço da passagem aumentará de R$ 2,50 para R$ 2,75 nas linhas curtas, e de R$ 5,25 a R$ 5,75 no serviço convencional – perimetral, radial, semiexpresso, diametral, tronco e MOVE.
As linhas circulares e alimentadoras, que circulam entre bairros e atendem as principais estações da cidade, vão de R$ 5,00 a R$ 5,50. Portanto, a tarifa foi reajustada em quase 10% do valor atual.
A prefeitura argumentou que o reajuste está previsto em lei, e deve ser calculado pela Superintendência de Mobilidade (Sumob) de acordo com o custeio do sistema para o ano seguinte, com base na metodologia da Associação Nacional do Transporte Público (ANTP). Essa análise considera variáveis como combustível, manutenção da frota, despesas com pessoal e impostos.
Ainda segundo a administração da capital mineira, levando em consideração o custo operacional do sistema, a tarifa deveria ser de R$ 9,40. “No entanto, para reduzir o impacto nas despesas dos usuários do transporte público, o valor adicional continuará a ser pago pela PBH, seguindo o disposto na Lei 11.458/2023”, escreve a nota da prefeitura.
No total, a lei orçamentária anual prevê o repasse de R$ 518,2 milhões às empresas de transporte público, desde que seguidas as condições previstas na legislação, como cumprir o cronograma e qualidade dos ônibus. O modelo de remuneração das empresas por quilómetro percorrido, e o subsídio pago, estão previstos na legislação desde 2023.
Vereadores criticam
O aumento da tarifa foi criticado pelos vereadores da capital. O líder do PT na Câmara Municipal, Bruno Pedralva, classificou o reajuste como uma “agressão”. “Todo ano termina com o mesmo golpe em BH. Quando apaga a luz a tarifa aumenta”, disse o petista.
Já a vereadora Marcela Trópia (Novo), defendeu novas regras e inovação no sistema. “Subsídio, isenção de impostos, aumento de passagens… nada disso vai melhorar os ônibus de Belo Horizonte”, destacou Trópia.
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Iza Lourença (PSOL) classificou o aumento como uma ação “vergonhosa” da prefeitura. “A população é obrigada a apanhar autocarros lotados, em mau estado, e a pagar um bilhete que já é muito caro”, exclamou.
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