O Projeto de Lei Complementar (PLP 121/2024) que institui o Programa de Pagamento da Dívida do Estado (Propag) está previsto para ser votado nesta terça-feira (12/10) pela Câmara dos Deputados, já aprovado pelo Senado Federal no último dia 14 de agosto. .
Segundo assessoria do deputado Doutor Luizinho (PP-RJ), relator da Propag, a votação do projeto de hoje foi acertada com os governadores e o colégio de dirigentes. Algumas alterações no texto poderão ser feitas enquanto aguardam apreciação, pois o relator ainda está discutindo alguns pontos com o Ministério da Fazenda e o texto poderá sofrer alguns ajustes. Também poderá ser alterado pelas 20 alterações já apresentadas ao texto até agora. O processamento é em turno único.
A apreciação do projeto que renegocia as dívidas dos estados com a União e beneficia diretamente Minas Gerais, uma das unidades da federação mais endividadas do Brasil, foi solicitada pelo governador Romeu Zema (Novo) para, segundo ele, impedir que os estados executem sem recursos para investimentos básicos.
“Sem este projeto voltaremos ao caos financeiro que aconteceu no passado. Tenho certeza de que a Câmara dos Deputados é sensata porque, se não votarmos esse projeto, teremos estados, e não apenas Minas, inviáveis no Brasil”, disse Zema, em entrevista concedida ao programa Alerta, no BandNewsTV.
“Estamos pagando mensalmente o valor da nossa dívida (com a União). Há uma semana pagamos mais de R$ 290 milhões, valor referente ao mês de dezembro. Esse valor aumenta mês a mês. E estamos pagando por adesão ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF) pela via judicial”, afirmou Zema, referindo-se à terceira parcela das parcelas do RRF.
O governo mineiro obteve autorização do Supremo Tribunal Federal (STF) para aderir ao regime, pois os projetos que Zema enviou nesse sentido à Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) não foram votados pelos deputados.
“Aguardamos a Câmara, ao que parece, ainda esta semana, para votar o Propag, projeto do senador Rodrigo Pacheco (PSD) que é de fundamental importância para os estados endividados. Este projeto tornará o valor mensal suportável. Esse valor atual é suportável, mas o problema é que vai crescer ano após ano e, em 3 ou 4 anos, estaremos pagando R$ 1 bilhão por mês”, afirmou Zema.
Desde a adesão ao RRF, no final de agosto, o governo do estado vem quitando parte da dívida com a União, estimada em R$ 170 bilhões, em parcelas reduzidas. Três já foram pagos, totalizando R$ 874,6 milhões.
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