O deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) afirmou, neste domingo (15/12), que a expectativa é de votação da reforma tributária na Câmara até amanhã. Repórter da matéria, disse que será mantido o “bloqueio” de 26,5% para a taxa normal do Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA), actualmente estimada em 27,91%, segundo o governo.
“O mais importante é garantir uma reforma que não ultrapasse esse limite de 26,5% de imposto sobre consumo e serviços”, afirmou.
O grupo de trabalho da reforma se reuniu ontem na Câmara para debater o texto. De manhã, a reunião foi entre deputados e técnicos e, à tarde, com representantes do Ministério das Finanças. Os parlamentares apresentaram o que foi debatido ao presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). Segundo Lopes, as reuniões do fim de semana demonstram a preocupação em agilizar a votação.
Lopes afirmou que está otimista com a capacidade de arrecadação e, principalmente, com o cashback. “Vamos criar o melhor sistema tributário do planeta, o mais tecnológico e popular. Quando você adiciona cashback, cobra-se mais de quem ganha mais e de menos, de quem ganha menos, porque os impostos são devolvidos. capacidade é muito positiva. Acaba com a evasão fiscal, a fraude e a inadimplência”, observou.
Lopes não quis antecipar quais alterações serão aceitas e rejeitadas no texto que retornou do Senado. Ele disse, porém, que 90% do que foi alterado foram questões técnicas e 10% dependem de discussão política.
Um dos temas modificados é a decisão de equiparar a carga tributária dos serviços de saneamento básico aos serviços de água e esgoto. Isso impactaria diretamente o bloqueio da taxa de 26,5%. Lopes acredita que o cashback pode ser uma solução para respeitar o percentual.
No pacote de ajuste fiscal, também há três propostas em tramitação na Câmara. A primeira trata de limitar o ganho real do salário mínimo aos limites do quadro fiscal — ou seja, correção pela inflação e ganho real entre 0,6% e 2,5%.
A segunda estabelece corte gradual no acesso ao abono salarial de um salário mínimo por ano. E o terceiro, o Projeto de Lei Complementar 210/24, que autoriza o governo a limitar a utilização de créditos tributários caso haja déficit nas contas públicas.
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O presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), cancelou todas as sessões da comissão para levar as discussões diretamente ao plenário e agilizar a votação.
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