Clã Bolsonaro e ataques ao PT marcam evento de campanha do PL em Contagem

Clã Bolsonaro e ataques ao PT marcam evento de campanha do PL em Contagem


O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) aproveitou a visita a Belo Horizonte para participar de evento de campanha de Junio ​​Amaral, candidato do PL a prefeito de Contagem, na Região Metropolitana, na tarde desta quinta-feira (9/5). Ele chegou à Praça São Gonçalo, no Centro da cidade, na traseira de uma caminhonete, em carreata, acompanhado da esposa, Michelle, e de políticos populares do PL mineiro: os deputados Nikolas Ferreira e Cristiano Caporezzo, também como candidato à prefeitura da capital Bruno Engler. O filho deles, Flávio, senador pelo PL, já os esperava lá.

Membros do clã Bolsonaro, o deputado Nikolas Ferreira e o candidato Junio ​​Amaral conversaram com um grupo de apoiadores. O local estava lotado, mas não lotado: uma multidão se formou próximo ao palco, porém, no alto da escadaria, próximo à Igreja Matriz de Contagem, havia muitos espaços vazios. Todos criticaram o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o PT, partido de Marília Campos, maior adversário do candidato do PL na corrida eleitoral em Contagem.

Vale destacar que Marília Campos lidera as intenções de voto no município. Pesquisas mostram que o petista pode vencer a eleição no primeiro turno. Atrás na corrida eleitoral, a delegação do PL partiu para a ofensiva contra o PT.

Ideologia de gênero é tema recorrente na plataforma

A primeira a falar foi Michelle Bolsonaro, que falou sobre ideologia de gênero. “A ideologia do mal entrou nas escolas e universidades”, disse ela, citando o governo do PT. Além disso, a ex-primeira-dama falou de Deus e questionou a laicidade do Estado: “Disseram que não tínhamos que misturar política e religião, mas, antes de sermos cristãos, somos cidadãos”.

Bruno Engler assumiu o microfone em seguida e imediatamente disparou contra o adversário: “O PT é uma facção criminosa”, afirmou. Além disso, ao contrário do que havia dito no último debate, transmitido pela Rede Minas na última terça-feira (3/9), quando prometeu diálogo, o candidato adotou um tom mais duro contra o candidato a prefeito de Contagem. Ele perguntou: “Me perguntaram: como você vai falar com a Marília? Mas quem disse que quem vai ganhar é a Marília?”

Em seguida, Nikolas Ferreira convocou a população a se manifestar contra o presidente da República: “Quem quiser o Lula na cadeia, grite”. Posteriormente, utilizou a trajetória militar do candidato do PL em Contagem, para prever uma reviravolta eleitoral e, como bônus, atacar seu adversário. “Junio ​​é policial e está acostumado a lidar com criminosos”, declarou.

Flávio Bolsonaro, que já havia feito uma breve declaração antes da chegada da comitiva, voltou a falar em seguida. Disse que o atual governo, liderado pelo presidente Lula, promove a perseguição política, em articulação com o Supremo Tribunal Federal. “É uma ditadura, ainda mais vindo de quem vem”, afirmou. Ele citou o bloqueio de X, determinado pelo ministro Alexandre de Moraes, e incentivou os apoiadores a postar na rede social. Curioso é que o filho do ex-presidente ficou em dúvida ao citar a vice-presidente na chapa de Junio ​​Amaral, Flávia Faulstich (Novo). “Junto com a Flávia; Flávia?”, confirmou antes de continuar seu discurso.

O penúltimo a pegar o microfone foi Junio ​​Amaral. Antes de falar, ele apresentou ao público seus dois filhos, ainda crianças, e sua esposa grávida. Por coincidência, a esposa do candidato tem o mesmo nome da adversária do PT na disputa eleitoral: Marília Feliciano Amaral. O candidato referiu-se a ela como “a boa Marília”.

Durante seu discurso, Junio ​​Amaral não mediu palavras. Ele citou os escândalos do Mensalão, do Petrolão e as denúncias da Odebrecht. Além disso, assim como Michelle Bolsonaro, ela falou sobre ideologia de gênero. “No dia 8 de março foi colocada uma travesti dentro da sala de aula”, acusou. E continuou, dizendo que o prefeito petista “incentiva um programa de colocação de DIU em adolescentes de 14 anos” e “leva estudantes para o MST”.

O último a falar foi Jair Bolsonaro. Com a voz rouca, devido a um problema na garganta, segundo integrantes da campanha, o ex-presidente também elevou o tom contra o partido adversário. “Onde há PT, há infortúnio, há fome, há miséria, há IDH baixo”, disse. E citou a região Nordeste do país, que tradicionalmente vota na esquerda, para sustentar sua própria tese: “Por que o Nordeste não é a melhor região do Brasil, já que o PT domina essa região?”

Além disso, Bolsonaro foi outra pessoa que falou sobre ideologia de gênero. “De onde veio a ideologia de gênero? Ela surgiu em 2009, com um decreto do presidente Lula. Esse decreto tem 180 itens para destruir a família. Quem vota no PT odeia a família brasileira”, disse. Por fim, citou uma tentativa de assassinato que sofreu há seis anos, em Juiz de Fora, na Zona da Mata, cidade que, aliás, o ex-presidente visitará nesta sexta-feira (9/6): “Quem me esfaqueou seis anos? anos? Filiado ao PSOL, partido satélite do PT”, concluiu. O evento terminou com gritos de “mito”, “vim de graça” e uma buzina.



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