Na última sessão desta legislatura, a Câmara Municipal de Belo Horizonte (CMBH) derrubou o veto parcial da Câmara Municipal de Belo Horizonte (PBH) ao projeto de lei (PL) que limitava a remuneração cobrada das construtoras pela realização de obras na capital mineração.
Com a derrubada do veto, as construtoras que ainda estiverem endividadas com pagamentos não executados ficam desobrigadas de cumpri-los, e aquelas que forem consideradas essenciais para a cidade poderão ser assumidas pelo Executivo. O texto agora segue para sanção do prefeito.
O PL surgiu de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) criada para investigar suposto abuso de poder nas indenizações exigidas pela PBH na construção do estádio do Atlético Mineiro, Arena MRV, durante a gestão do ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (sem partido), também ex-diretor do clube alvinegro. Na época da construção do estádio, Kalil estava em desacordo com a então gestão do time.
A proposta, aprovada em dois turnos no Legislativo, estabeleceu, entre outras medidas, um teto de 5% do valor do investimento total no projeto para execução de obras exigidas como compensação.
A cerca foi derrubada com apoio de vereadores da base do prefeito Fuad Noman (PSD), incluindo o líder do governo, Bruno Miranda (PDT), que se opôs ao veto, causando surpresa entre parlamentares de esquerda, que questionaram a postura. do pedestre. O vereador Pedro Patrus (PT) afirmou que nunca viu a PBH vetar uma proposta e depois proceder para derrubá-la.
O dirigente justificou sua postura alegando que não houve consenso, nem mesmo na área técnica, dentro da Prefeitura em relação ao veto, que foi enviado durante a internação de Fuad para tratamento de saúde. O prefeito foi internado novamente nesta quinta-feira (18/12). Segundo Bruno Miranda, o entendimento de alguns técnicos é que os 5% de compensação ambiental já estão garantidos pela legislação ambiental federal.
Processamento de propostas
O PL foi aprovado pela Câmara em setembro deste ano, e o texto votado continha regras objetivas para regulamentar a remuneração de obras de construção civil na cidade. O ponto principal foi a limitação das contrapartidas a 5% do investimento total, válida para todas as obras ainda em fase de licenciamento.
Na semana passada, a PBH vetou três dos artigos do projeto aprovado, incluindo o teto para contrapartidas. Na justificativa publicada no Diário Oficial do Município (DOM), a prefeitura argumentou que os trechos rejeitados violam a competência da União na determinação de danos ao meio ambiente e não prevêem a destinação orçamentária para os gastos que serão gerados caso o Executivo assume a execução das obras de contrapartida.
O PL 701/2023 é de autoria dos vereadores Fernanda Pereira Altoé (Novo), Ciro Pereira (Republicanos), Cleiton Xavier (MDB), Gilson Guimarães (PSB), Helinho da Farmácia (PSD), Loíde Gonçalves (MDB) e Wesley Moreira (PP). ).
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