Sophie Turner interpreta ladra de joias famosa – e…

Sophie Turner interpreta ladra de joias famosa – e…



Na Inglaterra, na década de 1980, Joan Hannington ficou famosa como a “madrinha do crime” depois de fazer carreira roubando joias e pedras preciosas – às vezes engolindo diamantes e recuperando-os mais tarde, em um vaso sanitário. Assim como muitos golpistas famosos, a criminosa agora tem uma série dramática para chamar de sua: Joanaque estreia nesta sexta-feira, 6, na Universal TV, e traz Sophie Turner como a ladra. Em entrevista a VEJA, a idealizadora e diretora da produção, Anna Symon, falou sobre a participação da verdadeira Joan nos roteiros, a estrela de Game of Thrones nos bastidores e também os motivos que a levaram ao projeto.

Confira a entrevista completa:

O que fez você querer criar esse projeto e se interessar pela história dela? Um dos produtores me deu o livro que a própria Joan escreveu, há cerca de 20 anos, sobre a sua vida como criminosa, e eu li-o, e fiquei tão impressionado com a história desta mulher, que era incrivelmente ousada, e que cometeu todos estes crimes inacreditáveis, mas foi também uma mulher muito vulnerável, com uma infância terrível que a levou a tomar decisões terríveis, mas ao mesmo tempo parecia ter um bom coração. E ela continua nessa jornada sendo mãe solteira, sem um tostão, até se tornar uma ladra de sucesso, por assim dizer. Então parecia que eu nunca tinha visto uma história como essa antes e realmente queria contá-la.

A verdadeira Joan trabalhou na produção da série. Como foi isso? EEu estava muito nervoso antes de conhecer a verdadeira Joan. Nos conhecemos em um café em Londres e obviamente eu já tinha lido o livro dela e sabia que ela havia cometido alguns crimes graves, havia sido presa, então fiquei bastante nervoso e tímido, porque ela é o centro das atenções, às vezes, às vezes impulsiva e um pouco defensivo. Mas, conversando comigo, ela disse: ‘Não preciso contar essa história, a menos que você me conte o que aconteceu na minha infância. Então, foi muito interessante para mim que ela quisesse que as pessoas soubessem todo o tipo de trauma que ela passou para fazer da outra pessoa quem ela era. E Acredito que também seja bom para o roteiro, porque ela não é uma vilã, é uma mulher muito complexa.

Como foi trabalhar com Sophie Turner nos bastidores? Sofia foi fantástico. Ela é uma atriz brilhante e trabalhadora, nunca esqueceu suas falas e sempre foi muito profissional, colocou 100% em tudo. Ela está em praticamente todas as cenas, então ela teve que trabalhar muito. Quero dizer, ela brincou dizendo que era mais um membro da equipe do que um dos atores porque estava lá todos os dias. E sim, foi algo enorme para ela ter que continuar mudando sua personalidade. Em uma cena ela era uma mãe oprimida e na cena seguinte ela finge ser americana. Foi um grande desafio e ela fez um trabalho incrível. E é adorável também.

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O que te fascina na história de Joan Hannington? Acho que o que me fascinou foi o fato de como eHavia uma mulher no mundo de um homem. Na década de 1980, as mulheres tiveram que lutar muito para serem levadas a sério e o crime não foi diferente. Todos a subestimaram porque ela era mulher. E acredito que foi por isso que ela ficou conhecida, porque não havia muitas mulheres na época dispostas a fazer o que ela fez.

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