Leoni detalha briga com a ex, Paula Toller: ‘Foi m…

Leoni detalha briga com a ex, Paula Toller: ‘Foi m…



Leoni, 63 anos, lançado recentemente Quem me deuem parceria com Zélia Duncan. Este é o primeiro single do próximo EP Baladas Diversas previsto para 2025. Também para o próximo ano, ele planeja novo álbum e show. Em mais de 40 anos de carreira, o fundador da banda Kid Abelha e os Abóboras Selvagens, conquistou sete discos de ouro, um DVD de ouro e já gravou cerca de 200 músicas. Entre suas obras mais famosas estão Meninos II, Apenas para meu prazer, Exagerado, Como eu quero. Ele fala para a coluna GENTE sobre parcerias com grandes nomes da música brasileira, como Cazuza e Frejat. Além disso, ele comenta a ação movida por seu ex, Paula Tollerdurante as eleições de 2018, pois divulgou um trecho alterado da música Pintura Íntimaa favor de Fernando Haddad.

Nas últimas semanas vocês lançaram uma série de cinco singles, que começaram com Zélia Duncan. De onde veio a ideia? Comecei a preparar um show novo e completamente novo durante a pandemia. Até que meu filho, que toca comigo, me disse para lançar o álbum primeiro, então gravei e guardei, esperando a hora de lançar o show, no ano que vem. Naquela época tinha muita música que eu adorava e que não cabia no projeto do show. Escolhi cinco clubes que estão dormindo no meu HD e que gosto muito.

A música foi gravada em casa, com mixagem de seu filho, Antonio Leoni, seu filho. É fácil trabalhar? Adorei, ele é muito bom de estúdio e tem uma grande habilidade para aprender sobre novos equipamentos, efeitos e mixagens. Posso me concentrar em cantar, o que ele fará. Antigamente eu gostava de produzir coisas, agora quero fazer música, cantar.

Você já compôs com Cazuza, Ezequiel Neves, Hebert Vianna, Leo Jaime, além de ter sucessos interpretados por Ney Matogrosso, Daniela Mercury, Mart’nália, Fernanda Abreu, 14 Bis, Simoni, Frejat entre outros. Quem você destaca como prioridade? Tenho parceiros constantes. Adoro compor com Frejat, por exemplo. Mas agora estou escrevendo com um monte de outras pessoas que ainda não vi as músicas. Gravei e compus com Zeca Baleiro, estou emocionado. Mas, por exemplo, Cazuza é Cazuza, né? Exagerado Foi seu maior sucesso. Lembro-me de ir à gravação, acompanhado. Apenas para meu prazer foi gravado por Bruno e Marrone. Já houve músicas da época do Kid Abelha gravadas por bandas de axé e pagode. Gosto muito, adoro ser gravado por outras pessoas.

Existem parcerias mais fáceis? Normalmente meus parceiros são fáceis, sou chato, porque gosto do processo de composição. E me adapto com muita facilidade aos parceiros. Com o Frejat, por exemplo, que só escreve melodia, eu escrevo as letras e mando para ele. Zélia é o contrário, ela só escreve letras. Então eu faço uma melodia e mando para ela.

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Você é sempre lembrado pela música Meninos II. O que você acha da associação da letra com o universo gay? Eu nunca tinha ouvido falar dessa associação até outro dia, quando Meninos II Teve 100 milhões de reproduções no Spotify e perguntei às pessoas sobre suas histórias nas redes sociais. Aí apareceu um garoto gay e disse que essa música realmente tocou ele e eu achei estranho. Porque na minha cabeça era uma música muito masculina e feminina. Eu estava feliz. As pessoas descobrem significados que nunca imaginei. Quando você lança música para o mundo ela deixa de ser sua, passa a ser de todos.

Ao longo de sua carreira, você se estabeleceu como um hitmaker. O que falta na música de hoje para termos grandes sucessos como antigamente? A forma de consumir música mudou. Antigamente, não faz muito tempo, não existia essa coisa de música na internet, começou a se fortalecer nos anos 2000. Antes você ouvia música no rádio. E para ouvir no rádio, era preciso ouvir através da gravadora. E gravar um álbum era caro. Houve algumas gravadoras, cerca de cinco no Brasil, que lançaram cerca de 20 artistas cada. Hoje você pode ter uma música de muito sucesso para um grupo e o resto do país não tem ideia que ela existe. Essa coisa de ser um clássico, que todo mundo sabe, tem mais a ver com a forma de gravar, consumir e distribuir música, do que com as músicas. Acho injusto com a geração quando as pessoas chegam e me dizem: ‘Nossa, não fazemos música como fazíamos’. Sou muito fã de Ana Frango Elétrico, Sofia Chablau, Johnny Hooker…

Você lançou a segunda edição do livro Letras, músicas e outras conversasde 1996, em que entrevistou diversos artistas sobre o ato de compor. Uma das mudanças é a retirada de uma declaração homofóbica feita por Samuel Rosa, do Skank. Ele foi convidado a se retratar? A história não se reescreve. Quando você disse algo nos anos 80, não significa que diria isso hoje. O mundo mudou e as pessoas tomaram consciência de alguns absurdos que estavam se normalizando. Em alguns casos, mesmo sabendo disso, a pessoa se sente incomodada com a forma como será interpretada. Os mais jovens têm sido mais radicais no cancelamento. Mas algumas pessoas se sentiram desconfortáveis ​​com algumas coisas e, quando perguntaram, eu as levei embora.

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Você sempre se posicionou politicamente online. Qual o papel dos artistas na resistência à extrema direita que ressurge com força em diversos lugares do mundo? Há um esforço sistemático para desacreditar os artistas. Não foi algo que aconteceu, foi financiado por bilionários de todo o mundo, tentando desacreditar artistas, jornalistas e académicos. Hoje temos muito menos influência do que antes. No passado, lembro que tentávamos aprovar uma lei legal no Congresso. Chegamos lá e fomos recebidos com um tapete vermelho. Não houve nenhum deputado que fechou as portas. Todo mundo queria receber, queria saber o que a gente achava, teve impacto nas pessoas.

E hoje? Hoje tem muita gente falando que se você é artista, você está numa bolha ou amamentando as tetas do governo. O que nunca aconteceu. Não estou dizendo que seja polarizado, porque só é polarizado para a direita. Mas temos que nos manifestar, só porque vamos sofrer perdas não significa que não devamos comparecer.

Você foi processado por publicar uma parte alterada da música Pintura Íntimaem favor de Fernando Haddad, durante a campanha de 2018, sem autorização de Paula Toller, coautora. Como foi seu relacionamento com ela depois disso? Ela ganhou em primeira instância, eu recorri, e ainda está tramitando. Na verdade acho estranho, porque não fazia parte da campanha do Haddad. eu gravei Pintura Íntima para ajudá-lo, mas postei nas minhas redes sociais, não fazia parte da campanha oficial. Mas ela me processou e ainda estamos resolvendo na Justiça. Foi muito desagradável. Poderíamos ter resolvido isso pessoalmente. Claro que para trabalho não é tão legal, porque há uma certa confusão. É estranho que os parceiros processem um ao outro, poderia ser resolvido de outra forma. Mas é estranho em geral que a classe, principalmente na eleição de Lula e Bolsonaro, opte por um lado mais de direita. Porque cabe aos artistas imaginar mundos novos, mundos melhores, e não essa coisa de querer voltar a um passado glorioso que não existiu.



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