As revelações impagáveis do novo documentário sobr…

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Em 1975, Elton John era a maior estrela da música pop. Os álbuns Capitão Fantástico e o Brown Dirt Cowboy e Rock of the Westiesque ele lançou naquele ano, tornou-se o primeiro na história a estrear em primeiro lugar nas paradas. outdoor. Até então, nem Elvis, os Beatles ou os Rolling Stones tinham chegado ao topo na sua estreia. Na esteira do sucesso, aos 28 anos, ele decidiu fazer algo especial — e também inédito: dois shows no estádio Dodgers, em Los Angeles, para 50 mil pessoas por dia. Só ele teria forças para reunir uma multidão daquelas. A última atração musical no estádio foram os Beatles, em 1966. Para comemorar, Elton trouxe toda a família de Londres (exceto o pai, que nunca tinha visto o filho se apresentar ao vivo) e os recebeu em sua mansão em Beverly Hills. . Por trás do brilhante artista no auge da fama, porém, havia um homem doente e deprimido: viciado em drogas e álcool, tentou se matar afogando-se na piscina na véspera da histórica apresentação, após consumir dezenas de de pílulas tranquilizantes. Resgatado pela família, ele sobreviveu — e, no dia seguinte, fez o show.

Quase cinquenta anos depois, e livre das drogas há mais de três décadas, Elton voltou ao estádio em 2022 para o show de encerramento da turnê Adeus estrada de tijolos amarelosum dos mais lucrativos da história: arrecadou 900 milhões de dólares, apenas menos que o Turnê Eraspor Taylor Swift, e o Música das Esferaspor Coldplay. As duas mostras marcantes de 1975 e 2022 norteiam o documentário Elton John: Nunca é tarde demaisque estreia no Disney+ na sexta-feira, 13, e comemora a aposentadoria oficial do músico inglês, aos 77 anos.

Embora a direção caiba ao marido de Elton, o cineasta David Furnish, em parceria com o documentarista RJ Cutler, o filme é tudo menos direto. Imediatamente, ele mostra vontade de ser o mais sincero possível. “Eu não tive nada além de sucesso e drogas”, diz ele. Elton teve um de seus períodos mais criativos entre 1970 e 1975, quando lançou treze álbuns, sete dos quais alcançaram o primeiro lugar nas paradas, com músicas escritas em parceria com seu amigo Bernie Taupin. Foi também nessa época que enfrentou os piores dramas amorosos e familiares, e se viciou em drogas. Inseguro, Elton só se sentia poderoso sentado ao piano. A atitude nerd nunca ajudou. Ele conta que ainda era virgem quando alcançou o estrelato e foi apenas com seu empresário e primeiro namorado, John Reid, que fez sexo pela primeira vez. O relacionamento abusivo é contado em detalhes, inclusive as surras que o músico recebeu de Reid. “Eu vi muito do meu pai nele”, diz Elton.

VIDA OCUPADA – Três momentos de Elton: acima, tocando piano em sua turnê de despedida, no ano passado; à esquerda, em 1974, nos bastidores de um show de John Lennon; à direita, com o marido David Furnish, com quem está casada desde 2014: carreira de sucesso, problemas com drogas e aposentadoria aos 77 anos (Oli Scarff/AFP; Disney+;/Disney+)

Além do drama, um dos momentos mais divertidos do documentário é quando ele fala sobre sua amizade com John Lennon, seu maior ídolo. Entre as histórias gostosas está a lembrança do dia em que ambos, isolados em um hotel com “montanhas de poeira no nariz”, ouviram o artista Andy Warhol tocar a campainha. Elton se diverte revelando que o ex-Beatle não deixou Warhol entrar porque ele carregava uma Polaroid para todo lado e poderia pegá-los usando drogas.

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Elton também se lembra de ter gravado a música com Lennon O que quer que faça você passar a noite. O ex-Beatle apostou que, se o single surgisse primeiro, ele apareceria no show de Elton. Dito e feito. Numa apresentação no Madison Square Garden em 1974, Lennon cumpriu sua promessa. Ele então terminou com Yoko Ono e se reconciliou com sua esposa nos bastidores. Algum tempo depois, Elton tornou-se padrinho do filho do casal, Sean. Curiosamente, o show também foi o canto do cisne para Lennon, que nunca mais se apresentou ao vivo até seu assassinato em 1980.

Com imagens e áudios inéditos de entrevistas antigas, o documentário traz outros momentos decisivos na carreira do artista — como a gravação da entrevista para Pedra rolando em 1976, em que admitiu, pela primeira vez, que era “bissexual”. Existem lacunas também. Seu amor pelo futebol e pelo clube de Watford, do qual foi presidente, ou sua notória amizade com a princesa Diana não são abordados. Problemas nas costas e o agravamento recente da cegueira também foram deixados de lado. Ainda assim, a produção faz jus à grandeza de Elton e ilumina suas preocupações na velhice, como o desejo de ter mais tempo com o marido e os filhos Zachary, 13, e Elijah, 11. Que o brilho mais forte da estrela do rock nunca vá embora .

Publicado em VEJA em 6 de dezembro de 2024, edição nº. 2922



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