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A Editorial Sul
| 10 de dezembro de 2024
A proposta está em análise na comissão titular da Câmara; o relator é o deputado de Bolsonaro, Paulo Bilynskyj. (Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados)
O deputado Bolsonaro Paulo Bilynskyj (PL-SP) apresentou relatório se opondo à proposta de emenda à Constituição (PEC) que impede militares da ativa de ocuparem cargos civis no governo. O texto aguarda votação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), a principal da Câmara.
A PEC determina que, para ocupar esses cargos civis, o integrante das Forças Armadas, da Polícia Militar ou do Corpo de Bombeiros deverá deixar a atividade se tiver menos de dez anos de serviço, ou ao assumir o cargo passará automaticamente para a inatividade, se você tem mais de dez anos de serviço.
As regras são semelhantes às condições de elegibilidade dos militares previstas na Constituição. “É claro o objetivo do constituinte de afastar militares das atividades político-partidárias caso estejam na ativa”, afirmou a autora da proposta, a então deputada Perpétua Almeida (PCdoB-AC).
“É imprescindível alterar a Constituição para ampliar seu alcance democrático e republicano em relação ao necessário distanciamento dos militares das funções governamentais. Desta forma, melhora-se o modelo constitucional de isenção e apartidarismo das Forças Armadas, bem como o carácter civil da ocupação política do Estado através de eleições livres, universais e periódicas”, continuou.
Segundo ela, o objetivo da PEC é também proteger e defender as Forças Armadas e preservar o caráter de instituição permanente do Estado.
No relatório, concluído na última quinta-feira (5), o bolsonarista afirmou que a proposta traria “grandes prejuízos” à administração pública e às Forças Armadas, além de violar os direitos fundamentais dos militares.
Durante o governo Bolsonaro, o número de militares em cargos de confiança no governo federal bateu recorde. Dois dos principais ministros de Bolsonaro, Eduardo Pazuello e Luiz Eduardo Ramos, eram generais da ativa.
O autor da PEC, que impede militares da ativa de ocuparem cargos civis no governo, criticou o relatório contrário à proposta apresentada pelo bolsonarista Paulo Bilynskyj (PL-SP).
“Sou impressão minha ou o relator extrapolou a sua função ao analisar o mérito da matéria? A CCJ é responsável apenas pela análise de constitucionalidade. A PEC é constitucional”, afirmou Perpétua Almeida, atual diretora da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI). (Estadão Conteúdo)
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Relator de Bolsonaro rejeita proposta de emenda à Constituição que impede militares da ativa de ocupar cargos governamentais
10/12/2024
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