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A Editorial Sul
| 6 de junho de 2024
Lula visita o Rio Grande do Sul pela quarta vez desde o início dos eventos climáticos na região.
Foto: Ricardo Stuckert/PR
Lula visita o Rio Grande do Sul pela quarta vez desde o início dos eventos climáticos na região. (Foto: Ricardo Stuckert/PR)
O governo federal anunciou nesta quinta-feira (6) que pagará duas parcelas do salário mínimo a mais de 434 trabalhadores de municípios afetados pela catástrofe ambiental no Rio Grande do Sul. Em troca, o governo pede a manutenção do emprego por mais dois meses.
Em coletiva de imprensa realizada no Esporte Clube Rui Barbosa, em Arroio do Meio, Lula assinou um anunciado programa de manutenção de emprego e renda destinado a trabalhadores de empresas atingidas pela enchente.
“Vamos oferecer duas parcelas de salário mínimo a todos os trabalhadores formais do Estado do Rio Grande do Sul que foram atingidos pela mancha. Não apenas nos concelhos em situação de calamidade, concelhos em situação de emergência, desde que sejam afetados pelas cheias”, afirmou o ministro do Trabalho e Emprego, Luís Marinho.
Serão beneficiados cerca de 326 mil trabalhadores celetistas, 40 mil trabalhadores domésticos, 36 mil estagiários e 27 mil pescadores artesanais, totalizando 434.253 beneficiários.
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Na semana passada, Lula anunciou novas linhas de financiamento para empresas, ampliação do crédito rural e uma nova linha de crédito destinada a financiar estudos e projetos no Estado. O presidente afirmou ainda que deseja obter desconto de 15% em produtos da linha branca para o Estado, como geladeiras e fogões.
As novas linhas de financiamento para empresas anunciadas utilizarão recursos para disponibilizar até R$ 15 bilhões às empresas em geral, incluindo grandes empresas.
O governo também anunciou que as cooperativas de crédito passarão a poder funcionar no Pronampe, voltado para pequenas e médias empresas de comércio e serviços. O objetivo é ampliar a capilaridade e o acesso ao crédito nas linhas de apoio disponíveis.
Os pequenos e médios agricultores agora estão autorizados a fazer um aporte adicional de R$ 600 milhões ao FGO para garantir as operações.
O objetivo do governo é proporcionar acesso ao crédito aos produtores que não têm condições de manter suas operações por meio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e do Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp).
Outra medida anunciada durante a cerimônia foi a disponibilização de uma nova linha de crédito, por meio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), para a reconstrução do Rio Grande do Sul, no valor de até R$ 1,5 bilhão (à taxa TR+5%). . , por meio de operadoras locais, como cooperativas de crédito, Banrisul e Banco de Desenvolvimento Regional do Extremo Sul (BRDE).
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No Rio Grande do Sul, Lula anuncia duas parcelas do mínimo para 434 mil servidores estaduais
06/06/2024
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