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A Editorial Sul
| 11 de dezembro de 2024
O dólar caiu 1,30%, cotado a R$ 5,9682.
Foto: Reprodução
O dólar caiu 1,30%, cotado a R$ 5,9682. (Foto: Reprodução)
Após 12 dias cotado acima de R$ 6, o dólar fechou a R$ 5,96 nesta quarta-feira (11). O Ibovespa, principal índice da bolsa, fechou em alta.
Os investidores aguardavam outro aumento na taxa básica de juros do Brasil. O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) anunciou aumento de 1 ponto percentual (pp) na taxa Selic —em um aperto monetário que deve continuar mais adiante.
O mercado financeiro também ficou de olho no estado de saúde do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Após a notícia de que o chefe do Executivo passará por um novo procedimento para complementar a cirurgia na cabeça, o dólar começou a cair e o Ibovespa subiu.
“Não há como criar outro tipo de hipótese que não seja a perspectiva de que o agravamento, ou uma situação mais delicada da saúde do presidente, se traduza na impossibilidade de ele concorrer em 2026”, afirma o economista André Perfeito.
No exterior, o foco foi a divulgação de novos dados de inflação dos Estados Unidos, em meio à expectativa de que o Federal Reserve (Fed, banco central norte-americano) faça mais um corte nos juros em sua próxima reunião, marcada para a próxima semana.
O dólar caiu 1,30%, cotado a R$ 5,9682. Na mínima do dia, chegou a R$ 5,9512. Na véspera, a moeda norte-americana caiu 0,58%, cotada a R$ 6,0469. Enquanto o Ibovespa fechou em alta de 1,06%, aos 129.593 pontos. Na véspera, o índice subiu 0,80%, aos 128.228 pontos.
No radar dos economistas, também esteve no radar a recente divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de novembro, a inflação oficial do país. O IPCA registrou alta de 0,39%, desaceleração em relação ao observado em outubro, quando o índice subiu 0,56%.
O resultado, porém, ainda ficou acima do esperado pelos economistas do mercado financeiro, que projetavam alta de 0,34% no indicador para o mês, e reforça a perspectiva de que as taxas básicas ainda deverão permanecer elevadas por algum tempo.
Ainda no cenário interno, a situação fiscal do país continua no radar, em meio a temores de que a aprovação do novo pacote de cortes de gastos do governo federal possa enfrentar resistência no Congresso Nacional.
Como forma de agilizar a aprovação, o governo federal pretende liberar R$ 3,2 bilhões em emendas ao Pix. A liberação é vista como essencial para viabilizar o apoio parlamentar e garantir a tramitação das medidas fiscais. O governo já havia sinalizado ao Congresso, na semana passada, a liberação de R$ 7,8 bilhões em alterações tributárias.
A estratégia também é uma tentativa do Palácio do Planalto de acalmar os parlamentares diante da decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, de rejeitar o recurso apresentado pela Procuradoria-Geral da República para reconsiderar as demandas relativas à liberação das emendas . No exterior, o foco está na inflação ao consumidor nos Estados Unidos, que subiu 0,3% no mês passado, registrando o maior aumento desde abril. Nos 12 meses até novembro, o índice subiu 2,7%, ante 2,6% em outubro.
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Dólar fecha abaixo de R$ 6; Ibovespa termina em alta
11/12/2024
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