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A Editorial Sul
| 29 de dezembro de 2024
Mário Fernandes aparece no relatório da PF como o idealizador do plano que previa matar Lula, Alckmin e Moraes.
Foto: Reprodução
Mário Fernandes aparece no relatório da PF como o idealizador do plano que previa matar Lula, Alckmin e Moraes. (Foto: Reprodução)
A defesa do general Mário Fernandes vai recorrer da decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, que negou o pedido de revogação da prisão preventiva. Marcus Vinicius Figueiredo, advogado do general, pedirá ao próprio Moraes que encaminhe o pedido de soltura de Fernandes para julgamento no plenário do STF.
Fernandes, preso desde 19 de novembro, aparece no relatório da Polícia Federal (PF) como o idealizador do plano Punhal Verde Amarelo, que previa não apenas um golpe de Estado, mas a eliminação de Lula, Geraldo Alckmin e Moraes. Porém, as chances de Moraes aceitar que sua decisão monocrática seja discutida em plenário são as mesmas de Nicolás Maduro reconhecer que sua eleição foi fraudada.
Aliás, Moraes nem quer falar com a defesa de Fernandes. No dia 17, Figueiredo pediu audiência ao ministro para tratar do caso. No dia seguinte, recebeu do gabinete de Moraes um formulário que precisava ser preenchido com a solicitação. O documento foi assinado e entregue horas depois ao Supremo. E até agora, mais de dez dias depois, nenhuma resposta.
Tentativa de golpe
O ministro Alexandre de Moraes manteve as prisões preventivas dos generais Walter Braga Netto e Mario Fernandes.
Braga Netto foi preso por tentar interferir na investigação do plano golpista e tentar acessar o conteúdo da premiada colaboração de Mauro Cid, ex-ajudante de campo de Jair Bolsonaro (PL). Os dois foram presos como parte das investigações sobre a tentativa de golpe de Estado. O ministro segue o entendimento da Procuradoria-Geral da República (PGR), que se manifestou contra a soltura de ambos, e rejeitou os pedidos da defesa.
No dia 14 deste mês, Braga Netto foi preso por ordem do ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito golpista, que tramita na Justiça.
Segundo investigações da Polícia Federal, o general reformado e candidato a vice na chapa de Bolsonaro em 2022 estaria obstruindo a investigação sobre a tentativa de golpe de estado no país para impedir a posse de Luiz Inácio Lula da Silva.
A Polícia Federal identificou que o general, indiciado por ser um dos principais organizadores da trama golpista, tentou obter dados confidenciais de Mauro Cid, ex-ajudante de campo de Bolsonaro. Após a prisão, a defesa negou que Braga Netto tenha obstruído as investigações.
Segundo as investigações, o general Mário Fernandes foi um dos militares mais envolvidos na tentativa de golpe e trabalhou tanto para convencer seus superiores quanto no diálogo com grupos golpistas bolsonaristas insatisfeitos com a derrota eleitoral. A informação é do blog de Lauro Jardim, no portal de notícias O Globo.
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Defesa de general acusado de golpe de Estado recorrerá da decisão de Alexandre de Moraes
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