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A Editorial Sul
| 19 de junho de 2024
Ação se baseia em recentes declarações públicas do presidente do BC
Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
A ação se baseia em recentes declarações públicas do presidente do BC. (Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)
Como parte de uma ofensiva contra o presidente do BC (Banco Central), Roberto Campos Neto, o PT decidiu recorrer à Justiça Federal com uma ação popular visando o chefe da autoridade monetária. O partido acusa Campos Neto de fazer uso político de seu cargo e pede que ele seja proibido de realizar manifestações políticas.
A ação tem como base recentes declarações públicas do presidente do BC, que, segundo o texto, expõem “intenções políticas que sugerem possível interferência na independência e imparcialidade da gestão daquela instituição”.
“A conduta [de Campos Neto] tem evidente orientação político-ideológica, que pode impactar na boa condução da política monetária e financeira nacional, caracterizando, portanto, ato que atenta contra a moralidade administrativa e possível conflito de interesses”, diz a ação popular.
Nele, o PT cita reportagens de veículos de comunicação. Um exemplo citado foi o registro da homenagem prestada pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, a Campos Neto, em evento na Assembleia Legislativa. Na ocasião, Campos Neto foi homenageado pelos deputados estaduais e depois recebido em jantar no Palácio dos Bandeirantes.
Um dos textos reproduzidos na ação, atribuído ao jornal Folha de S.Paulo, aponta que “Campos Neto sinalizou a Tarcísio que aceitaria ser seu ministro da Fazenda caso o governador decidisse ser candidato à presidência”.
Alegando violação do interesse público e da moral administrativa, o PT aponta a existência de “potencial conflito de interesses”. Em outro trecho, o partido pede ainda que o presidente do BC se abstenha de fazer “novas declarações de cunho político-partidário ou mesmo de manifestar qualquer apoio à candidatura ou pretensão de ocupar cargo político, enquanto perdurar o cargo. ”
“Ao anunciar o seu apoio ao alegado pré-candidato à presidência da República, mais de dois anos antes das eleições, além de manifestar a sua intenção de ocupar o cargo político de Ministro de Estado, fica claro que a conduta do arguido é pautado pelo interesse privado, em clara violação dos princípios da moralidade e da impessoalidade”, alega o petista.
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Acusando Campos Neto de fazer uso político de seu cargo, PT vai à Justiça contra o presidente do Banco Central
19/06/2024
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