BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – A Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) encerrou nesta terça-feira (17/12) casos de Operação Lava Jato contra o ex-ministro Jose Dirceudepois do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes tendo anulado as condenações do petista em outubro.
Após a decisão de Gilmar, os demais tribunais ficaram responsáveis por analisar se os processos ainda poderiam ser reiniciados na Justiça.
Foram julgados três casos envolvendo o ex-ministro-chefe da Casa Civil do primeiro mandato de Lula (PT), todos sob relatoria da ministra Daniela Teixeira.
Em dois casos, houve reconhecimento de prescrição (quando ultrapassado o prazo para a pessoa ser processada). Neles, Dirceu já havia sido condenado por crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.
Num terceiro caso, em que o ex-ministro já havia sido absolvido em primeira instância, as ações movidas pelo ex-juiz Sergio Moro, hoje senador pelo União Brasil-PR, foram anuladas.
Essas ações faziam parte de um pacote de processos da Lava Jato que ainda aguardavam análise no STJ.
Ao iniciar o julgamento, a relatora afirmou que as diretrizes que norteariam seus votos nos casos seriam as decisões tomadas pelos ministros Gilmar Mendes e Dias Toffoli em processos relacionados à operação.
“É sabido que, atualmente, o Supremo Tribunal Federal já se posicionou claramente a respeito de um número relevante de teses que afetam diretamente o julgamento dos processos desta operação”, disse Daniela Teixeira, ao iniciar o julgamento.
Segundo ela, suas decisões dariam especial atenção ao que foi decidido no Supremo sobre quais processos deveriam ser enviados à Justiça Eleitoral e em que havia suspeitas em relação às autoridades que os trabalharam – como é o caso de Moro.
Na série de julgamentos, os ministros também decidiram manter a revogação do uso de tornozeleira eletrônica do ex-governador do Rio Sérgio Cabral, principal alvo do braço carioca da Lava Jato.
Negaram, porém, pedido da defesa do ex-ministro Antonio Palocci para desbloquear parte de seus bens que estavam bloqueados pela Justiça – no valor de R$ 35 milhões.
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Além de Daniela Teixeira, fazem parte do grupo os ministros Reynaldo Soares da Fonseca, Ribeiro Dantas, Joel Ilan Paciornik e Messod Azulay Neto. A Quinta Turma é responsável pelos processos da área criminal do tribunal.
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