12/04/2024 – 19h40
Bruno Spada/Câmara dos Deputados
Rubens Otoni, relator da proposta
A Comissão de Estradas e Transportes da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que cria o programa Voo para a Liberdade, para combater o tráfico de pessoas em aeronaves nacionais e estrangeiras e nos aeroportos do país.
O texto aprovado determina a realização de campanhas para orientar os passageiros a detectar atitudes suspeitas ligadas ao tráfico de pessoas. As campanhas também deverão fornecer informações sobre como denunciar o crime e como solicitar ajuda à tripulação e aos funcionários do aeroporto.
A proposta estabelece que as empresas de transporte coloquem em locais visíveis, nas salas de embarque, placas com a Linha Nacional 100 com os seguintes dizeres, “Denunciar Tráfico de Pessoas” e “Sigilo Absoluto”.
Por sugestão do relator, deputado Rubens Otoni (PT-GO), o texto aprovado foi o substituir da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado ao Projeto de Lei 397/23. Contudo, o relator excluiu alguns pontos da proposta.
Uma delas exigia que as empresas de transporte internacional de passageiros instalassem em seus veículos dispositivos que permitissem a comunicação com as autoridades policiais e com estações rodoviárias e ferroviárias, portos e aeroportos para reportar informações sobre suspeitos, itinerários e métodos utilizados para cometer o crime.
“Embora pareça ideal, ainda não corresponde à realidade tecnológica disponível no país. Aliás, a conexão de internet oferecida atualmente nos aviões, além de cara, é instável e sujeita a interrupções. A conexão a partir de embarcações apresenta desafios semelhantes e na maioria das estradas ainda enfrentamos desafios menos sofisticados, como fornecer boa sinalização e cobertura asfáltica”, explicou o relator.
Foi também excluída parte da proposta segundo a qual as casas de banho ou outras áreas de acesso privado nos veículos devem ter um botão ou outro instrumento que permita à vítima alertar discretamente a equipa de bordo sobre uma situação de tráfico de seres humanos ou sexual.
As campanhas, de acordo com o texto aprovado, serão desenvolvidas pelos órgãos responsáveis pela regulação da aviação civil e pelas companhias aéreas, que deverão incluir o tema tráfico de pessoas nos currículos dos cursos de formação, capacitação e qualificação de trabalhadores aéreos, aeronautas e companhias aéreas. funcionários. aeroportos.
Próximas etapas
O projeto atualmente em andamento caráter conclusivo ainda será analisado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada por deputados e senadores.
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Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Georgia Moraes
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