O “ruído na comunicação” tem gabinete conhecido no Palácio do Planalto

O “ruído na comunicação” tem gabinete conhecido no Palácio do Planalto



Em meio à subida vertiginosa dólaro Ministro das Finanças, Fernando Haddadreconheceu que as falhas na comunicação governamental estavam contribuindo para o desvalorização do real contra a moeda americana. “Atribuo isso a muito barulho. Precisa comunicar melhor os resultados económicos que o país está a alcançar”, declarou o ministro, sem nomear os responsáveis ​​pelo problema. Não era necessário.

Além de fatores externos, a série de ataques do presidente foi decisiva para a alta do dólar Lula ao Banco Central, a política de juros da autoridade monetária, o mercado financeiro e as medidas de ajuste fiscal estudadas pela equipe econômica do governo. Em uma de suas bravatas, o petista chegou a declarar que nem tinha certeza se era necessário fazer algum tipo de corte de gastos.

Arrumando o freio

Para cumprir o metas fiscais até 2026, será necessário um corte de custos de milhares de milhões de dólares. Além dessa questão específica, Haddad e o Ministro do Planejamento, Simone Tebet, preparar propostas para conter o crescimento dos gastos obrigatórios, que sufocam as contas públicas. O problema é conhecido. Mesmo assim, o presidente insistiu na retórica de plataforma.

A postura de Lula foi incentivada, entre outros motivos, por pesquisas encomendadas pela Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República que mostraram a aprovação da população à ofensiva do PT contra o mercado financeiro e as altas taxas de juros. Em entrevista às Páginas Amarelas da nova edição do OLHARO ministro Paulo Pimenta, que comandou a Secom antes de ser transferido para cuidar da recuperação do Rio Grande do Sul, declarou: “Queremos que as pessoas saibam que Lula é contra a política de juros do Banco Central, que governamos para todos e para todos, mas ter um foco especial em quem mais precisa”.

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Os ataques ao BC e os desafios ao ajuste fiscal contribuíram para que o dólar chegasse a 5,70 reais. Haddad sentiu-se então na obrigação de explicar a Lula que, se ele não parasse com sua ofensiva verbal, a valorização da moeda americana impactaria uma série de preços cobrados dos brasileiros, como alimentos, combustíveis e serviços. Em outras palavras: resultaria em mais inflação. A aprovação popular detectada nas pesquisas da Secom daria lugar a uma desaprovação muito maior e mais perigosa, já que pouco afeta tanto o humor do eleitorado quanto a sua situação financeira.

Eu recuo com relutância

Diante desse diagnóstico, o presidente decidiu recuar. Em cerimônia no Planalto, Lula afirmou que a responsabilidade fiscal não é apenas uma expressão, mas um compromisso do governo. Ele também evitou uma pergunta sobre o Banco Central, mostrando que finalmente entendeu onde a tensão pressiona: “Agora vou falar de feijão e arroz”.

Essas declarações foram acompanhadas do anúncio de Haddad de um plano de corte de 26 bilhões de reais em despesas no Orçamento de 2025. Foi o suficiente para o dólar cair novamente. O “ruído” de comunicação, especialmente aquele vindo do gabinete mais importante do Planalto, parecia ser ignorado. Resta saber por quanto tempo.



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