Documento revela como Atlético se defendeu de acusações de manipulação de Textor; leia

Documento revela como Atlético se defendeu de acusações de manipulação de Textor; leia


Documento divulgado nesta sexta-feira (7/5) pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) revela como o Atlético se defendeu das acusações de ter sido beneficiado feitas pelo dono do Botafogo, o americano John Textor.

Com base em um relatório da empresa Bom jogoo dirigente afirmou que o Galo foi beneficiado pelo cancelamento supostamente indevido de um gol do Botafogo na partida entre as equipes pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro de 2023.

O jogo em questão foi disputado no dia 16 de setembro daquele ano, na Arena MRV, em Belo Horizonte, pela 23ª rodada da Série A. O Atlético venceu por 1 a 0, com gol de Paulinho.

Aos 43 minutos do segundo tempo daquela partida, o atacante Diego Costa – na época no Botafogo – marcou o que seria o gol do empate. Em campo, o auxiliar Bruno Raphael Pires assinalou impedimento. O VAR avaliou a jogada e confirmou a decisão. Em seguida, o árbitro Ramon Abatti Abel reiniciou a partida, para indignação dos botafoguenses.

(foto: Vitor Silva/Botafogo)
(foto: Vitor Silva/Botafogo)

Como o Atlético se defendeu?

O responsável por falar em defesa do Atlético foi o CEO Bruno Muzzi. Em resposta ao STJD – que investigava as denúncias do dono do Botafogo –, o diretor atlético disse desconhecer “os fatos imputados por Textor e destaca que a produção de provas é de responsabilidade do acusador”.

“O clube destaca ainda que os métodos de análise utilizados no relatório são complexos, necessitando de sistemas ou empresas altamente especializados para uma possível oposição”, diz o documento do STJD.

“Por fim, o Atlético Mineiro destaca a importância do monitoramento constante dos princípios fundamentais do esporte de acordo com a Lei Geral do Desporto e afirma que, no momento, não dispõe de elementos suficientes para uma análise técnica do relatório apresentado, reservando-se o direito impugná-lo em momento processual oportuno”, acrescenta.

Leia na íntegra o trecho do documento que apresenta a defesa do Atlético

O Atlético Mineiro, por meio do seu presidente Bruno Muzzi, respondeu ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva do Futebol (STJD) em relação às acusações de manipulação de jogos feitas pelo acionista majoritário do Botafogo, Sr. John Textor. As acusações de Textor são baseadas em reportagens da empresa “Good Game”, que alegam manipulação de arbitragem, incluindo uma partida entre Atlético e Botafogo no dia 16.09.2023, onde o Atlético teria sido beneficiado. O Atlético Mineiro declara desconhecer os fatos alegados por Textor e destaca que a produção de provas é de responsabilidade do acusador. O clube destaca ainda que os métodos de análise utilizados no relatório são complexos, exigindo sistemas ou empresas altamente especializadas para possível oposição. O Atlético destaca a gravidade das acusações, afirmando que o esclarecimento é do interesse de todos os envolvidos no futebol que prezam pela justiça e transparência no esporte. Por fim, o Atlético Mineiro destaca a importância do monitoramento constante dos princípios fundamentais do esporte de acordo com a Lei Geral do Desporto e afirma que, no momento, não dispõe de elementos suficientes para uma análise técnica do relatório apresentado, reservando-se o direito de contestá-lo em momento processual oportuno.

Pedido de suspensão ao Textor

O conteúdo da defesa do Atlético foi divulgado por ocasião da decisão do STJD sobre o ‘caso John Textor’ nesta sexta-feira. A Justiça concluiu a investigação sobre denúncias de suposta manipulação de resultados do Brasileirão 2023, feitas pelo dirigente botafoguense.

O auditor do STJD responsável pelo relatório afirma que a entidade julgou as provas de Textor – baseadas em inteligência artificial – como “inúteis” e apontou que a acusação envolve ofensas desportivas contra o tempo de sete entidades desportivas, nove atletas e nove árbitros.

Por isso, ele sugere que Textor seja suspenso por seis anos e receba multa de R$ 2 milhões.

O STJD preservou os nomes dos atletas e árbitros mencionados no relatório (acusados ​​por Textor, mas transformados em vítimas por decisão do tribunal). Porém, com técnicas simples de informática (copiar e colar), foi possível descobrir quem se tratava.

Clubes

  • Palmeiras
  • Guilda
  • Bahia
  • Flamengo
  • Atlético
  • São Paulo
  • Força

Jogadoras

  • Juninho Capixaba (na época no Fortaleza, atualmente no Red Bull Bragantino)
  • Tinga (Fortaleza)
  • Marcelo Benevenuto (na época no Fortaleza, atualmente no Coritiba)
  • Fernando Miguel (na época em Fortaleza, atualmente no Ceará)
  • Diego Costa (São Paulo)
  • Rafinha (São Paulo)
  • Gabriel Neves (na época no São Paulo, atualmente no Independiente)
  • Beraldo (na época no São Paulo, atualmente no PSG)
  • Caio Paulista (na época no São Paulo, atualmente no Palmeiras)

Árbitros

  • Rafael Claus (citado duas vezes)
  • Ramón Abatti Abel
  • Rodrigo José Pereira de Lima (citado três vezes)
  • Rafael Rodrigo Klein
  • Rafael Traci
  • Wagner do Nascimento Magalhães
  • Sávio Pereira Sampaio



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