(foto: Fotomontagem de Alexandre Guzanshe/EM/DAPress)
O Cruzeiro superou o Atlético e terminou a temporada 2024 à frente no classificação do maior público pagante médio do Campeonato Brasileiro. O levantamento foi divulgado, nesta segunda-feira (16/12), pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
A Raposa ficou na 10ª colocação no ranking da Série A, com média de 30.028 torcedores por jogo em casa. O Galo ficou uma posição atrás, em 11º, com 28.961.
Durante o Brasileirão, o Cruzeiro disputou três estádios diferentes, sendo 16 vezes no Mineirão, duas vezes no Independência, também em Belo Horizonte, e uma vez no Kléber Andrade, em Cariacica-ES. O Atlético também teve padrão semelhante, já que jogou 16 vezes na Arena MRV, duas vezes no Independência e uma vez no Mineirão.
Cruzeiro e Atlético tiveram pelo menos um jogo sem torcedores
Os números do Cruzeiro e do Atlético foram afetados por um fator comum: os dois rivais jogaram sem torcedores em pelo menos uma partida ao longo da competição. O motivo para não estar presente, porém, foi outro.
Do lado da Raposa, o clube não conseguiu receber público no Mineirão na derrota por 2 a 1 para o Palmeiras, pela 37ª rodada. Isso porque as forças de segurança mineiras não garantiram que conseguiriam montar uma operação eficaz para controlar possíveis brigas entre torcedores dos dois times.
Tudo começou após um pedido do Cruzeiro à CBF para ter apenas torcedores da casa no estádio para evitar conflitos entre torcedores do Cruzeiro e do Palmeiras. O temor era que houvesse alguma retaliação em relação à emboscada realizada pela Mancha Verde à Máfia Azul, que matou um cruzeirense em outubro deste ano.
No entanto, o entidade não aceitou o pedido do conselho celestial depois que o Palmeiras reclamou que a CBF violava o princípio da igualdade. Os paulistas afirmaram que os cruzeirenses puderam assistir ao duelo entre as equipes no Allianz Parque, na primeira rodada. Assim, o jogo foi disputado à porta fechada.
O Atlético, por sua vez, jogou sem torcedores nas últimas três rodadas como mandante devido a interdição da Arena MRV pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). A atitude foi tomada após os incidentes no estádio durante a final da Copa do Brasil, que terminou com a conquista do título do Flamengo.
Além de tentativas de invasão de campo por torcedores, bombas foram lançadas no gramado durante a partida. Um deles explodiu no pé de um jornalista, que foi hospitalizado com grave fratura em três dedos.
Essas partidas sem público de Cruzeiro e Atlético não entraram na conta da CBF para cálculo do público médio pagante do Brasileirão.
- 1º) Flamengo – 51.084
- 2º) Coríntios – 43.605
- 3º) São Paulo – 39.903
- 4º) Bahia – 36.021
- 5º) Fluminense – 32.170
- 6º) Palmeiras – 31.328
- 7º) Fortaleza – 31.125
- 8º) Internacional – 30.820
- 9º) Atlético-PR – 30.313
- 10º) Cruzeiro – 30.028
- 11º) Atlético – 28.961
- 12º) Botafogo – 25.775
- 13º) Vitória – 23.249
- 14º) Grêmio – 20.345
- 15º) Vasco – 20.248
- 16º) Criciúma – 13.667
- 17º) Juventude – 8.671
- 18º) Atlético-GO – 7.167
- 19º) Red Bull Bragantino – 5.986
- 20) Cuiabá – 5.732
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