(foto: Norberto Duarte/AFP)
Por Tiago Salazar – O goleiro Carlos Miguel já comunicou à direção do Corinthians que não permanecerá no clube a partir de julho, na abertura da janela de transferências. A reportagem da Gazeta Esportiva apurou que o destino do atleta será o Nottingham Forest, da Inglaterra, vencedor de duas edições da Liga dos Campeões da Europa, em 1978/1979 e 1979/1980.
O contrato de transferência ainda não foi assinado, mas o goleiro já acertou com seu futuro clube e agora aguarda apenas o desfecho burocrático para oficializar a mudança.
No Forest, Carlos Miguel reencontrará o zagueiro Murillo, que fez a mesma movimentação na temporada passada, após se destacar em suas primeiras partidas profissionais.
Kia Joorabchian, famoso empresário iraniano e ex-sócio do Corinthians, foi quem trouxe a proposta do Forest ao atleta. Carlos Miguel deu sinal verde para a concretização do negócio e informou Fabinho Soldado, executivo de futebol do Timão, sobre a decisão de sair nesta janela de transferências.
O goleiro treinou normalmente nesta sexta-feira (7/6), no CT Dr. Joaquim Grava, mas com a decisão já tomada. Há chance de o arqueiro não defender mais as cores do Corinthians, mesmo que a janela só abra no dia 10 de julho.
O Corinthians detém 80% dos direitos econômicos de Carlos Miguel. A multa rescisória está fixada em 4 milhões de euros, o equivalente a R$ 23 milhões na cotação desta quinta. Portanto, o time alvinegro deverá receber R$ 18,4 milhões.
Carlos Miguel no Corinthians
Carlos Miguel chegou ao Corinthians em outubro de 2021 e seu contrato atual termina em dezembro de 2025. Pelo Timão, ele entrou em campo em 23 partidas e passou a se destacar na atual temporada ao assumir a titularidade de Cássio diante do Corinthians ídolo foi transferido para o Cruzeiro.
Depois de perder Cássio e enfrentar a saída iminente de Carlos Miguel, o Corinthians ficará, pelo menos por enquanto, com as opções de Matheus Donelli, de 22 anos, Felipe Longo e Matheus Roger, ambos de 19 anos, para assumir o cargo. §ção.
Multa rescisória de Carlos Miguel
A multa rescisória de Carlos Miguel pelo futebol no exterior caiu de 50 milhões de euros para 4 milhões de euros a partir de janeiro de 2024, valor considerado baixo para clubes com alto poder de investimento e moeda local forte, como é o caso dos ingleses.
Esta condição contratual foi assinada durante a gestão de Duilio Monteiro Alves. Por meio de contato com sua assessoria de imprensa, o ex-presidente informou que a medida foi uma exigência de Gilmar Veloz, empresário de Carlos Miguel, que chegou gratuitamente ao Corinthians.
“A posição era que, se o atleta não se saísse bem nesse período, a ponto de não ter seu contrato valorizado e renovado, não queria ficar preso na situação de goleiro reserva com multa impagável”, diz o comunicado enviado pelo gabinete de Duilio.
Na época, segundo o ex-presidente, era impensável a possibilidade de Cássio deixar o Corinthians seis meses antes do término de seu contrato. “E, caso surgisse essa possibilidade, o clube teria tempo suficiente para renovar o atleta†, diz a nota.
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