onde estão os personagens do título mundial do Brasil
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Branco, Romário e Dunga comemoram a conquista da Copa do Mundo de 1994, nos Estados Unidos
(foto: TIMOTHY A. CLARY/AFP)
Há exatos 30 anos, o Brasil conquistava o quarto dos seus cinco títulos mundiais de futebol masculino. No dia 17 de julho de 1994, nos Estados Unidos, a seleção brasileira de Carlos Alberto Parreira venceu a Itália, de forma dramática, nos pênaltis, e deu o apelido de tetracampeã mundial a 22 jogadores.
Passados 30 anos da conquista, grande parte dos personagens do tetra ainda estão ligados ao futebol. Estrela da empresa, Romário é um dos que seguiu caminhos inusitados. A nota triste é o falecimento de Mário Jorge Lobo Zagallo, coordenador técnico da campanha nos Estados Unidos.
Na galeria abaixo, veja onde e como está cada personagem do tetracampeonato mundial da seleção brasileira!
Taffarel foi o goleiro titular na campanha do tetracampeonato. Ele foi fundamental para a conquista, defendendo um pênalti cobrado por Massaro na final contra a Itália. O camisa 1 também disputou as Copas do Mundo de 1990 e 1998 pela Seleção Brasileira. Aposentado como jogador desde 2003, atua como treinador de goleiros da Seleção Brasileira e do Liverpool, da Inglaterra, atualmente Foto: Alberto Escalda/EM/DA Imprensa – NELSON ALMEIDA/AFP
Jorginho foi lateral-direito titular na Copa do Mundo de 1994. Aposentou-se como jogador em 2002, pelo Fluminense. De 2006 a 2010, foi auxiliar técnico de Dunga na Seleção Brasileira, disputando a Copa do Mundo da África do Sul nessa função. Como treinador, já passou por Vasco, Flamengo e Bahia, entre outros clubes brasileiros. Aos 59 anos, Jorginho atualmente treina o Buriram United, da TailândiaFoto: Reprodução/Fifa – Reprodução/Instagram
Em 1994, Cafu disputou a primeira final de Copa do Mundo – na ocasião, substituiu Jorginho. Também disputou as decisões de 1998 (foi vice-campeão contra a França) e 2002 (campeão sobre a Alemanha, como capitão do penta). Considerado um dos maiores laterais-direitos da história, Cafu está aposentado desde 2008, dois anos depois de disputar a quarta e última Copa do Mundo de sua carreira.Foto: Reprodução/nstagram
Dono de um chute forte de canhota, Branco foi um dos destaques do Brasil na Copa do Mundo de 1994. Nas quartas de final, marcou bela cobrança de falta na vitória por 3 a 2 sobre a Holanda. O lateral-esquerdo se aposentou pelo Fluminense em 1998. Atualmente, Branco trabalha na CBF como coordenador das categorias de baseFoto: TIMOTHY A. CLARY/AFP – Joilson Marcone/CBF
Na Copa do Mundo de 1994, Leonardo ficou marcado pela expulsão no jogo contra os Estados Unidos, pelas oitavas de final, vencido pelo Brasil por 1 a 0. O ex-lateral-esquerdo já foi técnico do Milan e diretor esportivo do PSGFoto: Reprodução – FRANCK FIFE/AFP
Começando como zagueiro em 1994, Aldair se aposentou em 2010. Como jogador, atuou no Flamengo, Vasco e Roma, clubes pelos quais é ídolo e campeão italiano na temporada 2000/2001. Ex-zagueiro e de excelente qualidade técnica, Aldair atualmente joga futevôlei, aos 58 anos. Em 2012, foi campeão mundial da modalidade Foto: Reprodução/Fifa – Reprodução/Instagram
Márcio Santos se aposentou como jogador em 2006. Durante sua carreira, jogou por São Paulo, Internacional, Botafogo, Atlético, Santos, Bordeaux e Fiorentina, entre outros. Aos 54 anos, o ex-zagueiro trabalha como empresário e é dono de negócios em Santa Catarina, onde tem um shopping. De 2020 a 2021, atuou como coordenador de futebol do SantosFoto: Reprodução/Instagram
Mauro Silva foi meio-campista titular na Copa do Mundo de 1994. É ídolo do Deportivo la Coruña, da Espanha, clube pelo qual se aposentou como jogador em 2005. Atualmente, Mauro Silva é vice-presidente da Federação Paulista de Futebol (FPF)Foto: AFP – Reprodução/FPF
Capitão do tetra, Dunga deixou o campo em 2000. O gaúcho teve duas passagens como técnico da Seleção Brasileira – de 2006 a 2010 e de 2014 a 2016. Como técnico do Brasil, conquistou a Copa América (2007) e as Confederações Copa (2009) e chegou às quartas de final da Copa do Mundo de 2010, sendo eliminada pela Holanda nas quartas de final. O ex-meio-campista está atualmente sem clubeFoto: AFP – Reprodução/Instagram
Mazinho foi titular no meio-campo do Brasil desde as oitavas de final da Copa do Mundo de 1994, ganhando a posição de Raí. Aposentado desde 2001, o ex-jogador atualmente reside na Espanha e cuida da carreira dos filhos Rafinha e Thiago Alcântara, que recentemente pendurou as chuteiras.Foto: Reprodução/Fifa – Reprodução/Instagram
Multicampeão por Flamengo, Palmeiras, Grêmio e Cruzeiro, Zinho atuou como técnico, auxiliar e dirigente após se aposentar como jogador em 2007. Atualmente, o ex-meio-campista é comentarista da ESPN Foto: Reprodução/Instagram – Reprodução/ESPN
Ídolo do São Paulo e do PSG, Raí foi titular e capitão do Brasil no início da campanha da Copa do Mundo de 1994, na qual marcou o gol na estreia do Brasil – vitória por 2 a 0 sobre a Rússia. Porém, o camisa 10 perdeu a posição para Mazinho e viu Dunga, com a faixa de capitão, erguer o troféu no Rose Bowl Stadium, em Los Angeles. Atualmente, Raí cursa mestrado em ciência política e dirige a ONG Gol de LetraFoto: Alberto Escalda/EM/DA Press – Reprodução/Instagram
Na Copa do Mundo de 1994, Bebeto formou, ao lado de Romário, uma das duplas de ataque mais icônicas da história do futebol. O camisa 7 marcou três gols na campanha do time e também ficou marcado pela comemoração conhecida como ‘embalar um bebê’ em homenagem ao filho Matheus, recém-nascido. Bebeto se aposentou em 2003. Atualmente segue carreira política. Em 2018, foi eleito deputado estadual pelo Rio de JaneiroFoto: Alberto Escalda/EM/DA Press – Reprodução/Instagram
Com cinco gols, Romário foi craque e vice-campeão da Copa do Mundo de 1994, ano em que também conquistou o prêmio de melhor jogador do mundo. Atualmente, ‘Baixinho’ é senador pelo Rio de Janeiro e presidente do América-RJ, clube pelo qual pretende voltar aos gramados, apesar dos 58 anos.Foto: Alberto Escalda/EM/DA Press – Reprodução/Instagram
Atacante popular no futebol brasileiro, Viola foi reserva na Copa do Mundo de 1994 e só disputou a final contra a Itália – substituindo Zinho no segundo tempo da prorrogação. Ídolo do Corinthians, o centroavante jogou até os 47 anos. Ele está aposentado desde 2016Foto: Alberto Escalda/EM/DA Imprensa
Paulo Sérgio também foi opção ofensiva na Copa do Mundo de 1994. Entrou em campo nos jogos contra Camarões e Suécia, pela fase de grupos da Copa do Mundo. Revelado pelo Corinthians, o ex-atacante fez carreira no futebol alemão, onde atuou no Bayer Leverkusen e no Bayern de Munique. Atualmente é comentarista da TV GazetaFoto: Reprodução/Instagram
Muller foi atacante reserva da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1994. Durante sua carreira, conquistou importantes títulos pelo São Paulo, com destaque para o bicampeonato mundial e a Libertadores, em 1992 e 1993. Muller está aposentado como jogador desde 2005. Atualmente trabalha como comentarista da TV Gazeta.Foto: Reprodução/Fifa – Reprodução/Instagram
Na época prospecto do Cruzeiro, Ronaldo disputou a Copa do Mundo de 1994, mas não entrou em campo. Posteriormente, foi vice-campeão (1998) e quinto (2002) pela Seleção Brasileira. ‘R9’ também foi eleito três vezes o melhor jogador do mundo. Atualmente, Ronaldo trabalha como empresário esportivo e é dono do clube espanhol ValladolidFoto: Reprodução/Fifa – Reprodução/Instagram
Ronaldão foi convocado para a Copa do Mundo de 1994 após a demissão de Ricardo Gomes. Como zagueiro, foi bicampeão mundial e da Libertadores pelo São Paulo, em 1992 e 1993, assim como seus tetracampeões Raí, Muller e Zetti. Em 2002, pendurou as chuteiras pela Ponte Preta, clube que o revelou. Até 2018, Ronaldão era técnico do clube campineiroFoto: Alberto Escalda/EM/DA Press – Reprodução/Instagram
Ricardo Rocha começou a Copa do Mundo como titular na defesa, mas sofreu uma lesão e não entrou mais em campo após a partida contra a Rússia. Porém, teve papel importante dentro do elenco, com liderança e carisma. O ex-zagueiro trabalhou como técnico, dirigente e comentarista após se aposentar como jogador em 1998 Foto: Reprodução/Instagram
Zetti foi reserva imediata de Taffarel na Copa do Mundo de 1994. O goleiro multicampeão do São Paulo se aposentou em 2001, pelo Sport. No futebol, Zetti também atuou como treinador e dirigente. Atualmente é coordenador da escola de goleiros de São PauloFoto: Reprodução/Instagram
Gilmar Rinaldi foi o terceiro goleiro da seleção brasileira na Copa do Mundo de 1994. Com passagens por Inter, Flamengo e São Paulo, encerrou a carreira como jogador em 1997, no Japão. De 2014 a 2016, Gilmar foi coordenador da seleção na CBF. Após deixar a entidade, não voltou à carreira de treinador de jogadores. Foto: Reprodução/Instagram – Ricardo Stuckert/CBF
Carlos Alberto Parreira foi o técnico da campanha do tetra nos Estados Unidos. Voltou a comandar o Brasil no ciclo da Copa do Mundo de 2006. Na Copa do Mundo de 2014, foi auxiliar de Felipão. Aos 81 anos, Parreira venceu a batalha contra o câncer (linfoma de Hodgkin)Foto: Reprodução/Fifa – Reprodução
Mário Jorge Lobo Zagallo foi o braço direito de Parreira na conquista da quarta. Em 1994, como assistente técnico, Zagallo conquistou o último dos quatro títulos mundiais de sua carreira – conquistou dois como jogador, em 1958 e 1962, e um como técnico, em 1970. Figura histórica do futebol, Zagallo morreu em janeiro de 2024. , aos 92 anosFoto: Reprodução/Fifa – Reprodução/Instagram
Destaques e seleção de base do Brasil na conquista da quarta
Sob o comando da dupla Carlos Alberto Parreira e Zagallo, o Brasil apostou em um futebol pragmático, de posse de bola, com atacantes habilidosos e, principalmente, um sistema defensivo consistente.
A base da seleção brasileira tinha Taffarel no gol; nas laterais, Jorginho e Branco; os zagueiros Márcio Santos e Aldair fecharam a primeira linha de quatro.
Mauro Silva e Dunga foram as ‘paredes’ do meio-campo. Mazinho e Zinho completaram a segunda linha de quatro.
No ataque, a sintonia perfeita entre Bebeto e Romário foi o brilho essencial para a conquista do tetracampeonato mundial. A dupla marcou oito dos 11 gols da Seleção Brasileira na campanha de quatro anos – média de 72%.
Com cinco gols decisivos, Romário foi craque e vice-campeão da Copa do Mundo de 1994. No final daquele ano, o desempenho de ‘Baixinho’ na Copa do Mundo foi coroado com o prêmio de melhor jogador do mundo pela FIFA.
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